Liturgia do dia · 12 de julho · Tempo Comum
15º Domingo do Tempo Comum
Ano A · Tempo Comum
Primeira Leitura
10E bem assim como desce do céu a chuva, e a neve, e não torna para lá daí por diante, mas embriaga a terra, e a banha e a faz brotar, e dá semente ao que semeia, e pão ao que come:
11Assim será a minha palavra, que sair da minha bôca: Não tornará para mim vazia, mas ela fará tudo. que eu tenho querido, e surtirá o seu efeito naquelas coisas, para as quais eu a enviei.
Salmo Responsorial
10Visitaste a terra, e embriagaste-a: Enriqueceste- -a de muitas maneiras. mida de seus habitantes: Porque tal é a disposição dela.
11Embriaga os seus ribeiros, multiplica as suas pro duções: Nas chuvas que se distilam alegrar-se-á a terra dando frutos.
12Bendirás a coroa do ano da tua bondade: E os teus campos se encherão de abundância.
13As selvas amenas se engrossarão: E se cingirão de regozijo os outeiros.
14Vestidos estão os carneiros dos rebanhos, e os vales abundarão de trigo: Gritarão, porque dirão hinos.
Segunda Leitura
18Porque eu tenho para mim que as penalidades da presente vida, não têm proporção alguma com a glória vindoura «que se manifestará em nós.
19Pelo que a expectação da criatura é esperar an- stosamente a manifestação dos filhos de Deus.
20Porque a criatura está sujeita à vaidade, não por seu querer, mas pela daquele que a sujeitou com a esperança:
21Porque também a mesma criatura será livre da sujeição à corrupção, para participar da liberdade da gló- ria dos filhos de Deus.
22Porque sabemos que todas as criaturas gemem, e estão com dores de parto até agora.
23E não só elas, mas também nós mesmos, que temos as primícias do espírito: Também nós gememos dentro de nós mesmos, esperando a adoção de filhos de Deus, a redenção do nosso corpo.
Evangelho
1Naquele dia saindo Jesus de casa, sentou-se à borda do mar.
2E vieram para ele muitas gentes, de tal sorte que, entrando em uma barca, se assentou; e toda a gente estava de pé na ribeira.
3E lhe falou muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis que saiu o que semeia a semear.
4E quando semeava, uma parte da semente caiu junto da estrada, e vieram as aves do céu, e a comeram.
5Outra, porém, caiu em pedregulho, onde não tinha muita terra; e logo nasceu, porque não tinha profundidade de terra.
6Mas, saindo o sol, queimou-se; e, porque não tinha raiz, secou-se.
7Outra igualmente caiu sobre os espinhos; e cresceram os espinhos, e estes a sufocaram.
8Outra, enfim, caiu em boa terra; e dava fruto, havendo grãos que rendiam a cento por um, outros a sessenta, outros a trinta.
9O que tem ouvidos de ouvir, ouça.
10E chegando-se a ele os discípulos, lhe disseram: Por que razão lhes falas tu por parábolas?
11Ele, respondendo, lhes disse: Porque a vós outros vos é dado saber os mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não lhes é concedido.
12Porque ao que tem, se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.
13Por isso é que eu lhes falo em parábolas: porque eles, vendo, não veem; e, ouvindo, não ouvem, nem entendem.
14De sorte que neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Vós ouvireis com os ouvidos, e não entendereis; e vereis com os olhos, e não vereis.
15Porque o coração deste povo se fez pesado, e os seus ouvidos se fizeram tardos, e eles fecharam os seus olhos, para não suceder que vejam com os olhos, e ouçam com os ouvidos, e entendam no coração, e se convertam, e eu os sare.
16Mas, quanto a vós, bem-aventurados os vossos olhos, porque veem, e os vossos ouvidos, porque ouvem.
17Porque em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não o viram; e ouvir o que ouvis, e não o ouviram.
18Ouvi, pois, vós outros, a parábola do semeador.
19Todo aquele que ouve a palavra do Reino, e não a entende, vem o maligno, e arrebata o que se semeou no seu coração; este é o que recebeu a semente junto da estrada.
20Mas o que recebeu a semente no pedregulho, este é o que ouve a palavra, e logo a recebe com gosto.
21Porém ele não tem em si raiz, antes é de pouca duração; e quando lhe sobrevém tribulação e perseguição por amor da palavra, logo se escandaliza.
22E o que recebeu a semente entre espinhos, este é o que ouve a palavra, porém os cuidados deste mundo e o engano das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutuosa.
23E o que recebeu a semente em boa terra, este é o que ouve a palavra, e a entende, e dá fruto, e assim um dá a cento, e outro a sessenta, e outro a trinta por um.
Palavra da Salvação.
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