Liturgia do dia · 22 de maio · Tempo Pascal
Sexta-feira da 7.ª Semana da Páscoa
Tempo Pascal — memória facultativa de Santa Rita de Cássia
Primeira Leitura
13E alguns dias depois, o rei Agripa e Berenice desceram a Cesareia a saudar Festo.
14E demorando-se ali muitos dias, Festo deu notícia de Paulo ao rei, dizendo: Félix deixou aqui preso a um certo homem,
15Acerca do qual, quando estive em Jerusalém, vieram a mim os príncipes dos sacerdotes e os anciãos dos judeus, pedindo a sua condenação.
16Aos quais respondi que não era costume dos romanos condenar homem algum antes que o acusado tivesse presentes os seus acusadores e antes que se lhe desse liberdade para se defender dos crimes que lhe imputam.
17Tendo eles, pois, acudido aqui, sem a menor dilação, no dia seguinte assentando-me no tribunal, mandei trazer a este homem.
18Contra ele, estando presentes os seus acusadores, nenhum delito alegaram dos que eu suspeitava;
19Mas tinham só contra ele algumas questões sobre a sua superstição, e sobre um certo Jesus defunto, o qual Paulo afirmava estar vivo.
20E duvidando eu de semelhante questão, lhe disse se queria ir a Jerusalém e ali ser julgado destas coisas.
21Mas apelando Paulo para que ficasse reservado ao conhecimento de Augusto, mandei que o guardassem até que o remeta a César.
Salmo Responsorial
1Do mesmo Davi. Bendiz, ó alma minha, ao Senhor: E todas as coi sas que há dentro de mim bendigam ao seu santo Nome.
2Bendiz, ó alma minha, ao Senhor: E não quei ras esquecer-te de todos os seus benefícios.
3O que perdoa todas as tuas maldades: O que sara todas as tuas enfermidades.
4O que redime da morte a tua vida: O que te coroa da sua misericórdia, e das suas graças.
5O que enche de bens o teu desejo: Renovar-se-á como a da águia a tua mocidade.
6O Senhor que faz misericórdias: E justiça a todos os que sofrem agravos.
7Fêz conhecer a Moisés os seus caminhos, aos fi lhos de Israel as suas vontades.
8E ' benigno, e misericordioso o Senhor: Magnâ nimo e de muita misericórdia.
9Não estará irado para sempre: Nem ameaçará eternamente.
10Não nos há tratado a nós segundo os nossos pe cados: Nem nos tem pago segundo as nossas maldades.
11Pois quanto a elevação do céu está remontada sobre a terra: Tanto ele tem firmado a sua misericórdia sobre os que o temem.
12Quanto dista o Oriente do Ocidente: Tanto ele tem apartado de nós as nossas maldades.
13Como o pai se compadece dos filhos, assim se tem compadecido o Senhor dos que o temem:
14Porque ele já tem conhecido a fragilidade da nossa origem. Lembrou-se que somos pó:
15O homem, cujos dias são como feno, assim se murchará como a flor do campo.
16Porque o espírito estará nele de passagem, e ele não subsistirá: E não conhecerá dali em diante o seu lugar.
17Mas a misericórdia do Senhor está desde a eter nidade e até à eternidade sobre os que temem. E a sua justiça sobre os filhos dos filhos,
18para com aquêles que guardam a sua aliança: E se lembram dos seus mandamentos, para obser vá-los.
19O Senhor tem prevenido no céu o seu trono: E o seu reino dominará sobre todos.
20Bendizei ao Senhor todos os anjos dele: Pode rosos em virtude, que sois executores da sua palavra, para obedecer à voz das suas ordens.
21Bendizei ao Senhor todas as virtudes dele: Vós, ministros seus, que fazeis a sua vontade;
22Bendizei ao Senhor todas as suas obras: Em todo o lugar do seu senhorio, bendiz, ó alma minha, ao Senhor.
Evangelho
15Tendo eles, pois, jantado, perguntou Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes? Ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta os meus cordeiros.
16Perguntou-lhe outra vez: Simão, filho de João, tu me amas? Ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta os meus cordeiros.
17Perguntou-lhe terceira vez: Simão, filho de João, tu me amas? Ficou Pedro triste, porque terceira vez lhe perguntara: Tu me amas? E respondeu-lhe: Senhor, tu conheces tudo; tu sabes que eu te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta as minhas ovelhas.
18Em verdade, em verdade te digo: Quando tu eras mais moço, tu te cingias, e ias por onde te dava na vontade, mas quando já fôres velho, estenderás as tuas mãos e outro será o que te cinja, e que te leve para onde tu não queiras.
19E isto disse Jesus, para significar com que gênero de morte havia Pedro de dar glória a Deus. E depois de assim ter falado, disse-lhe: Segue-me.
Palavra da Salvação.
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