Índice Geral
PÓRTICO DA EDIÇÃO BRASILEIRA
Plano de trabalho 13
Siglas e abreviações 17
NOTÍCIA HISTÓRICA
Capítulo I. — O Catecismo no século XVI 19
Capítulo II. — O Histórico d o Catecismo Romano 30
ENSAIO DE ANÁLISE E CRÍTICA
Capítulo III. — Feitio didático do Catecismo Romano 47
Capítulo IV. — Autoridade teológica 48
Capítulo V. — Finalidade e caráter prático 49
Capítulo VI. — Corpo de doutrina 51
Capítulo VII. — Manejo prático 55
Conclusão 60
Obras Compulsadas 61
Textos Simbólicos para a Primeira Parte d o Catecismo Romano 65
Concílio Plenário brasileiro 71
Encíclica I N DOMINICO AGRO 73
CATECISMO ROMANO
NOTA: Nos subtítulos, que correspondem aos parágrafos, trazemos aqui o texto omitido no corpo da obra. Deixamos-lhe o sabor analítico-discursivo do original latino. Proêmio. Trata-se da necessidade de haver pastores na Igreja, de sua autoridade e obrigação, e dos principais artigos da doutrina Cristã 79
1. Não pode o homem, entregue a seus próprios recursos, conseguir a verdadeira sabedoria; e dos meios seguros, para chegar à eterna bem-aventurança 79
2. Donde se recebe o tão preclaro dom da fé ? 79
3. Cristo veio a este mundo ensinar a fé, a qual foi depois propagada pelos Apóstolos, e seus sucessores 80
4. como se devem ouvir as palavras dos Pastores da Igreja 80
5. Apesar de já revelada a verdade, ainda hoje é necessário que os Pastores preguem a Palavra de Deus 80
6. Foi principalmente pelos seus Catecismos, que os hereges procuraram corromper os ânimos dos fiéis 81
7. Com razão resolveu o Sagrado Sínodo combater a s arengas e escritos pestilenciais dos falsos profetas 81
8. Foi também necessário, por empenho do Concílio Ecumênico, e por autoridade do Soberano Pontífice, depois de tantas instruções escritas sobre a Doutrina Cristã, propor aos Pastores um novo Catecismo 82
9. Aqui não estão discutidos, exatamente, todos os dogmas de nossa religião 82
10. Tratando-se aqui de instruir os Pastores das almas, que deverão eles considerar antes de tudo, para bem satisfazerem à sua obrigação 82
11. Não basta que, na instrução, os Pastores atendam a esses dois fins, mas devem ainda acomodar-se à capacidade de cada ouvinte 83
12. Como Deus nos subtraiu a Sua presença visível, os Pastores tirarão a Palavra Divina da Escritura e da Tradição 84
13. Do método, pelo qual os párocos devem combinar a explicação do Evangelho com a do Catecismo 85
PARTE PRIMEIRA: O SÍMBOLO DOS APÓSTOLOS
Capítulo I. — Da Fé, e do Símbolo da Fé.
1. O que significa fé neste lugar, e qual é sua necessidade para a salvação 87
2. Quando e por que razão o s Apóstolos ensinaram os doze Artigos da Fé 88
3. Donde v e m o nome de Símbolo 88
4. Qual é a necessidade deste Símbolo, e em quantas partes se divide? 88
Capítulo II. — Do Primeiro Artigo do Símbolo
1. Explica-se sumariamente o 1.0 Artigo 89
2. O que s ignifica a palavra "crer" 89
3. Não se deve esquadrinhar curiosamente, mas abraçar com simplicidade, tudo o que no Símbolo se propõe 90
4. O crer não basta para a salvação, é preciso também confessar a fé 90
5. Da excelência da fé cristã 9 1
6. Quanto a sabedoria cristã acerca d e Deus difere d o conhecimento, que a filosofia nos dá das coisas divinas 91
7. Cumpre confessar que Deus é um só, e que não pode haver vários deuses. 93
8. Dá-se algumas vezes às criaturas o nome de Deus, mas em sentido impróprio 94
9. Em sentido genérico, Deus é chamado Pai de todos os homens, mas dos cristãos Ele o é em sentido todo particular 94
10. Que Mistérios devemos coligir deste nome de Pai, e da distinção das Pessoas na natureza divina 95
11. O que se deve entender aqui pela noção de "Todo-Poderoso". 97
12. Com ser onipotente, Deus não pode todavia pecar, nem enganar-Se 98
13. Por que razão, deixados outros nomes, que se dão a Deus, o Símbolo só faz menção da onipotência; e quais são as vantagens dessa crença 98
14. O predicado O nipotente aqui não se atribui de tal modo ao Pai, que se não diga também do Filho e do Espírito Santo 99
15. De que modo, e por que motivo criou Deus o Céu e a Terra 100
16. Neste lugar, o que se deve entender por céu e terra 100
17. Da criação dos céus espirituais, isto é, dos Anjos 101
18. Da criação da terra 10 1
19. Da criação do Homem 102
20. Pelos nomes de "céu e terra", compreendem-se todas as coisas visíveis e invisíveis 102
21. As coisas criadas pela virtude de Deus não podem subsistir, sem o Seu governo e providência 102
22. Pelo Seu governo, Deus não suspende a atividade das causas segundas 102
23. A criação das coisas não deve ser atribuída exclusivamente ao Pai 103
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Capítulo III. — Do Segundo Artigo
1. Do Segundo Artigo, e d a vantagem que traz sua profissão 103
2. Por onde se conhece melhor o alcance do benefício, que se propõe neste Artigo 104
3. Ninguém, senão Cristo, podia refazer o gênero humano 104
4. Sem a fé na Redenção, ninguém jamais pode salvar-se; por isso, Cristo foi vaticinado muitas vezes, desde o início do mundo 104
5. Do N o m e de Jesus, e por que assenta b e m a Cristo 106
6. Não foi por igual motivo, que a alguns outros homens f oi imposto o mesmo nome 106
7. O que significa o nome de Cristo, e por quantas razões é de se atribuir ao nosso querido Jesus 107
8. De que modo devemos crer e confess ar, que Jesus Cristo é o Filho de Deus Unigênito 109
9. Da maneira que se opera a geração eterna, por analogia com as coisas criadas; e do duplo nascimento e da dupla filiação de Cristo 110
10. Em que sentido se diz que Cristo tem, ou não tem irmãos 110
11. Cristo é Nosso Senhor, tanto por uma, como por outra natureza 110
12. Devem os cristãos entregar-se totalmente a Jesus Cristo, depois de terem calcado aos pés o príncipe das trevas. 111
Capítulo IV: — Do Terceiro Artigo
1. O que o Terceiro Artigo propõe aos fiéis para crer 112
2. Pelo nascimento temporal, n ã o se operou e m Cristo nenhuma fusão de naturezas. 113
3. Não foi só o Espírito Santo, que consumou a obra da Santa Encarnação 113
4. Na conceição de Cristo, não tudo, mas a maior parte das coisas se operou de modo superior à ordem da natureza 114
5. Cristo não pode ser chamado Filho adotivo d e Deus 115
6. O que devemos, precipuamente, considerar nesta primeira parte do Artigo 116
7. Que quer dizer: Cristo nasceu de Maria Virgem?. 116
8. Cristo não nasceu pelo processo comum da natureza. 116
9. Com razão se diz que Cristo é o segundo Adão, e Maria a segunda Eva 117
10. Por quais figuras e profecias foram principalmente anunciados os Mistérios da Conceição da Natividade de Cristo 118
11. Da necessidade de se inculcar, mais vezes, o Mistério da Encarnação ao povo; e quanto proveito se tira de sua meditação 118
Capítulo V: — Do Qua rto Artigo
1. D a necessidade de s e conhecer o Artigo Quarto, e d e sua significação 120
2. A Alma de Cristo sentiu os tormentos. 120
3. Por que se d i z no Símbolo, s o b q u a l procurador da Judéia Cristo padeceu 121
4. Não foi sem desígnio, que Cristo sofreu a morte n o Lenho d a Cruz. 121
5. A história d a Paixão d e Cristo deve ser levada, mais vezes, à lembrança do povo 121
6. O que s e propõe a creu a cláusula: "morto e sepultado" 122
7. Não foi constrangido, ou forçado, que Cristo sofreu a morte 123
8. Por que razão dizemos que Cristo foi não só morto, mas também sepultado 124
9. O que devemos antes de tudo atender, com relação à Morte e Sepultura de Cristo? 124
10. De que maneira devemos meditar no benefício da Paixão de Cristo. 125
11. P o r que qui s Cristo sofrer os extremos tormentos; e que devemos pensar daqueles que, professando o cristianismo, se enlodam no pecado 125
12. Cristo entregou-Se a Si mesmo, e também foi entregue pelo Pai 126
13. Cristo sentiu realmente, em corpo e alma, a atrocidade dos tormentos 127
14. Quais proveitos e benefícios alcançou a Paixão de Cristo para a raça dos cristãos 128
15. Donde tirou a Paixão de Cristo a virtude de nos merecer tão grandes benefícios 129
Capítulo VI. — Do Quinto A rtigo
1. Como devemos entender a primeira parte deste Artigo 130
2. O que se deve entender aqui p e l a palavra "infernos" 131
3. Quantos são o s lugares, onde a s almas, depois d a morte, são detidas fora da bem-aventurança 131
4. A Alma de Cristo desceu aos infernos, não só potencialmente, mas também na realidade. 132
5. Com a descida dos infernos, n ã o se diminuiu de coisa alguma a dignidade de Cristo 132
6. Por que razões quis Cristo descer aos infernos 132
7. D o sentido da segunda parte deste Artigo 133
8. Cristo ressuscitou, não por força estranha, como os outros homens, mas por virtude própria. 134
9. A que título Cristo Se chama o Primogênito dos mortos, quando sabemos que, antes d'Ele outros homens ressuscitaram. 135
10. De que modo, e por que causa diferiu Cristo Sua Ressurreição para o terceiro dia 135
11. Por que os Padres do Concílio de Constantinopla acrescentaram a este Artigo a cláusula: "segundo as Escrituras". 136
12. Por que motivo era preciso que Cristo ressuscitasse 137
13. Quais proveitos resultaram aos homens da Ressurreição de Cristo 137
14. Que exemplos devemos tomar da Ressurreição de Cristo 138
15. Por que sinais se conhece ter alguém ressuscitado com Cristo, pelo espírito 139
Capítulo VII. — Do Sexto Artigo
1. D a excelência deste Artigo, e do sentido d e sua primeira parte 140
2. Cristo subiu, não só pelo poder de Sua Divindade, mas também pela virtude de Sua Humanidade 140
3. Em que sentido d i z a segunda parte deste Artigo estar Cristo sentado à direita do Pai 141
4. Porque devemos repetir m a i s vezes ao povo a história da Ascensão de Cristo 141
5. Por que razão subiu C risto ao céu, e não preferiu constituir o Seu Reino aqui na terra 142
6. Quais benefícios resultaram para os homens da Ascensão de Cristo 142
7. D a s vantagens que Cristo n o s acarretou p e l a Sua Ascensão 143
8. Não nos fora útil se Cristo permanecesse na terra 144
9. Depois da Ascensão de Cristo é que a Igreja conseguiu a sua máxima dilatação 144
Capítulo VII I. — Do Sétimo Artigo
I. Dos três benefícios que Cristo faz à Sua Igreja, e do sentido do Artigo Sétimo 145
2. Duas são as vindas de Cristo 145
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3. Quantas vezes deve cada um dos homens ouvir pessoalmente a sentença d e Cristo Juiz 146
4. Por que há mister que ao Juízo Particular sobrevenha um Juízo Universal 146.
5. Segundo ambas as naturezas, a Cristo foi dado o poder de julgar o gênero humano 148
6. Por que se não atribui, do mesmo modo, este Juízo ao Pai e ao Espírito Santo 148
7. Por quais indícios se conhecerá estar iminente o Ú ltimo Juízo 149
8. Como se fará o Juízo, e por qual processo será pronunciada a sentença de todos os homens 149
9. Com que gênero de penas serão punidos os ímpios, colocados à esquerda 149
10. A doutrina do Juízo deve ser martelada, mais vezes, aos ouvidos do povo cristão 150
Capítulo IX. — Do O i tavo Artigo
I. Quão grande é a necessidade e o proveito da fé n o Espírito Santo 151
2. O n o m e de Espírito Santo compete à Terceira Pessoa da S antíssima Trindade; mas, não de tal maneira, que não possa também atribuir-se às outras Pessoas 152
3. Por que se não deu à Terceira Pessoa da S antíssima Trindade um nome próprio, da mesma forma que foi dado um às outras duas Pessoas. 153
4. O Espírito Santo é Deus, possuindo em tudo o mesmo poder e natureza que o Pai e o Filho 153
5. Devemos crer c o m o dogma que o termo Espírito Santo significa a Terceira Pessoa da Divindade, e que subsiste por S i mesma 155
6. Declara-se que o Espírito Santo procede do Pai e do Filho, como de um só princípio 156
7. Com serem indivisas as obras da S antíssima Trindade, por que razão alguns efeitos são particularmente atribuídos ao Espírito Santo 156
8. Quais e quantos são os efeitos do Espírito Santo. 157
Capítulo X. — D o Nono A rtigo
I. Por que s e deve inculcar ao povo o Nono Artigo, com a maior frequência possível 158
2. Que significa Igreja, em sentido específico, e em sentido genérico 159
3. Quais são os principais Mistérios, que se nos antolham na consideração da palavra da Igreja 159
4. Com que nomes designam as S agradas Escrituras os cristãos, em sua totalidade 160
5. Da Igreja, enumeram-se principalmente duas partes; uma, que é a Igreja triunfante, e outra que é a militante 160
6. Na Igreja Mil itante, há duas categorias de homens, a saber, os bons e os maus 161
7. A Igreja é visível, e no seu grêmio aconchega bons e maus. 161
8. Que pessoas não estão na circunscrição da Igreja Militante. 162
9. Das várias significações do nome de Igreja 162
10. Das notas discriminantes da verdadeira Igreja; e do motivo por que se d i z s e r e l a u m a e única 163
11. O que se deve pensar a respeito do Romano Pontífice, Chefe visível da Igreja de Cristo 163
12. Acrescentam-se ainda outras razões por que se diz ser a Igreja uma e única 165
71O Catecismo Romano. Anexos
13. Da segunda nota discriminante da Igreja, pela qual ela se diz santa 166
14. Em que sentido dizemos que a Igreja de Cristo é católica 167
15. Por que a Igreja de Cristo se diz também apostólica 168
16. Em dogmas de fé e de moral, a Igreja não pode errar 168
17. Quais figuras do Velho Testamento representavam principalmente uma como sombra da Igreja de Cristo 168
18. Em que sentido pertence aos artigos de fé a crermos a Igreja de Cristo 169
19. Quais e quantas coisas devemos crer que existem na Igreja, e em que número 169
20. Devemos crer na Igreja, mas não como se crê em Deus 170
21. Da última cláusula deste Artigo: A Comunhão dos Santos 170
22. Da explicação desta cláusula, e em que consiste a Comunhão dos Santos 170
23. Na Igreja, há uma participação de merecimentos 171
.
24. O s maus d o grêmio d a Igreja não participam dos bens espirituais 172
25. As graças gratuitas e os outros dons de Deus são comunitários em toda a Igreja 172
Capítulo XI. — Do Décimo Artigo
1. Como importa crer que, na Igreja, há uma remissão d e pecados. 173
2. De que m o dose faz a remissão de pecados na Igreja 174
3. O poder da remissão dos pecados não se limita, de maneira alguma, a certos pecados e épocas. 174
4. O poder da remissão dos pecados não foi dado a todos os cristãos 175
5. Como é grande esse poder de perdoar pecados, concedido à Igreja 175
6. Ninguém, fora Deus, perdoa pecados por s u a própria autoridade 176
7. Antes do Nascimento de Cristo, a nenhum mortal foi concedido o poder de perdoar pecados I 76
8. Por qual virtude conseguem os homens o perdão de seus pecados 176
9. Por onde se conhece melhor a grandeza do benefício, que se nos depara no poder das chaves 177
10. Por que razão e de que modo devem os cristãos procurar com frequência os remédios, que estão no poder das chaves na Igreja. 177
Capítulo XII. — Do Undéci m o A rtigo
1. Quanto nos importa termos uma noção exata deste Artigo I 78
2. Por que os Apóstolos chamaram de "ressurreição da carne" à ressurreição dos homens 179
3. Quais são os argumentos principais que comprovam a doutrina da verdadeira ressurreição dos corpos. 179
4. Por quais comparações podemos confirmar essa mesma verdade 180
5. Quais são as razões, que demonstram esta mesma verdade 181
6. Não se encontrará então nenhum home m, que tenha escapado da morte e da ressurreição 182
7. No Ú ltimo Juízo, a alma retomará absolutamente o mesmo corpo 183
8. Os corpos receberão a retribuição pelo bem e mal praticados 183
9. Os corpos não reassumirão as deformidades contraídas nesta vida mortal 184
10. Como serão os corpos humanos, depois da ressurreição 185
11. Com que dotes estarão adornados os corpos dos bem-aventurados, depois da ressurreição 186
12. Que frutos devem os fiéis tirar dos Mistérios tão grandiosos da Ressurreição 187
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Capítulo XII I. — D o Duodéci mo A rtigo
1. Por que este Artigo de fé foi posto em último lugar, e quanto importa explicá-lo freqüentemente ao povo 188
2. O que se entende, neste lugar, por vida eterna 189
3. Por que se designa como vida eterna aquela suma bem-aventurança 189
4. Não podemos compreender a eterna bem-aventurança por meio de palavras ou raciocínios humanos 190
5. De quais espécies de b e n s h ã o de sobretudo gozar os bem-aventurados 191
6. Em que consiste a causa essencial e primária da eterna bem-aventurança. 192
7. Como os bem-aventurados se revestirão, de certo modo, da forma e natureza de Deus 192
8. Os bem-aventurados são iluminados pela luz da glória; e todos os homens devem estimular-se à esperança de verem a Deus 193
9. Explica-se, mediante uma semelhança, de que modo os bem-aventurados se unem a Deus 193
10. Quais são os bens acidentais, de que os bem-aventurados serão inundados 194
11. Com que abundãncia de bens serão cumulados os bem-aventurados nas moradas eternas 194
12. Não serão sem diferença os prêm ios que serão atribuídos aos bem-aventurados 195
PARTE SEGUNDA: OS SACRAMENTOS
Capítulo 1. — Dos Sacramentos e m Geral
1. Deve o pároco, antes d e tudo, esmerar-se na explicação d a doutrina dos Sacramentos 197
2. Que quer dizer o termo Sacramento 197
3. Qual é o sentido próprio de Sacramento nos escritores católicos 198
4. Da divisão das coisas sensíveis, e o que se deve entender pela palavra sinal 199
5. Mostra-se c o m o os Sacramentos devem s e r classificados na categoria de sinais 199
6. Quantos são os gêneros de sinais 200
7. Como se deve entender a expressão coisa sagrada, na definição de Sacramentos. 201
8. Da definição m a i s explícita de Sacramento; e de que modo se distingue dos outros sinais sagrados 201
9. Por que foi mister instituir os Sacramentos para os cristãos 202
10. Das partes que são necessárias, para constituir todo e qualquer Sacramento 205
11. Por que se acrescentaram palavras ao elemento 205
12. Da excelência dos Sacramentos da Nova Lei 205
13. Qual é a virtude e natureza das cerimônias nos Sacramentos 206
14. Quantos são os Sacramentos da Igreja Católica 206
15. Por que os Sacramentos não são de número maior, nem menor 206
16. Todos os Sacramentos não são de igual necessidade ou dignidade 207
17. D e quem recebemos estes sagrados e divinos M istérios, e por quem são principalmente mi nistrados 208
18. De que ministros se serve Deus, para a administração dos Sacramentos 209
19. A depravação do ministro não pode empecer a virtude da graça sacramental. 209
20. Que se deve dizer daqueles que administram os Sacramentos, de consciência impura 210
21. Dos dois efeitos principais dos Sacramentos 210
22. D e que modo, nos primeiros tempos d a Igreja nascente, o s efeitos s acramentais eram assinalados milagrosamente 211
23. Quanta não é a superioridade dos Sacramentos da Nova Lei, e m comparação com os Sacramentos da Lei Antiga 211
24. Quais Sacramentos imprimem caráter, e que quer dizer caráter sacramental 212
25. Qual é o efeito d o caráter, e d e que modo não podem ser reiterados os Sacramento, que imprimem caráter 212
26. Por que meios conseguirão o s Pastores que o povo venere os Sacramentos, e deles faça uso piedoso 213
Capítulo 11. — D o Sacramento d o Batismo
1. Por que convém inculcar-se freqüentemente, aos povos cristãos, doutrina do Batismo 214
2. Quando o Pároco deve, d e preferência, falar sobre o Batismo. 214
3. Q u e significa propriamente o termo Batismo 215
4. Além desse, que outros nomes deram os Santos Padres à ablução batismal 215
5. Como s e define o Batismo 215
6. De que maneira se consuma o Sacramento do Bati smo 216
7. Qual é propriamente a matéria d o Batismo 216
8. Explica-se a passagem de São Mateus acerca do Batismo de fogo 217
9. Por que figuras e profecias foi anunciada a virtude das águas do Batismo. 217
10. Por que Deus quis que s e usasse água na admi nistração d o Batismo, de preferência a outra matéria 217
11. Por que s e adiciona o Crisma à água simples e natural 218
12. Por que devemos ensinar claramente a perfeita forma de batizar a todos os fiéis sem distinção de sexo 218
13. Qual é a forma perfeita e completa deste Sacramento 219
14. Se na forma d o Batismo todas a s palavras são d e igual necessidade 219
15. De que modo batizaram o s Apóstolos e m nome d e Cristo 220
16. Devemos crer que os Apóstolos nunca batizaram em nome de Cristo, sem mencionar as duas outras Pessoas d a S antíssima Trindade 220
17. De que modo deve fazer-se a ablução neste Sacramento de regeneração 220
18. Se basta uma única ablução, ou se há mister três 22 1
19. Por que a ablução se faz de preferência na cabeça 22 1
20. Terá Cristo instituído o Batismo antes ou depois da Sua Paixão 22 1
21. Quando entrou em vigor a lei do Batismo para os homens 222
22. Da grande estima e veneração que se deve ter ao Sacramento do Batismo 222.
23. Quantas categorias de pessoas podem ministrar o Batismo 223
24. Na administração do Batismo, que j erarquia de pessoas devem os fiéis observar 224
25. Por que motivo, além de quem batiza, se requerem padrinhos no Sacramento da regeneração 224
26. A cognação espiritual, contraída pelo Batismo, impede e dirime o Matrimônio 226
27. Quais são os deveres dos padrinhos, e o que a Igreja deles exige 226
28. Ao ministério de padrinho, não pode ser admitida qualquer pessoa, indistintamente 227
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29. Qual deve ser o número dos padrinhos 227
30. O Batismo é necessário a todos os homens, para a salvação 227
31. É de absoluta necessidade batizar as criancinhas 227
32. Os i nfantes recebem a graça espiritual no Batismo 228
33. Não se deve diferir o B atismo das criancinhas 228
34. De que maneira devem os adultos ser instruídos antes do Batismo 229
35. Demonstra-se que o B atismo de adultos deve ser diferido algum tempo 229
36. Nem sempre se deve diferir o B atismo de adultos 230
37. Que disposições devem ter os candidatos ao Batismo 230
38. Quando podem, e quando não podem ser batizadas pessoas dementes. 231
39. Quais disposições se exigem ainda para a recepção do B atismo 231
40. Da suma conveniência de se versar este assunto 232
41. Qual é o efeito principal do Batismo 232
42. Se nas pessoas batizadas a concupiscência constitui pecado 233
43. Prova-se, novamente, que o Batismo extingue todos os pecados 234
44. O Batismo remite tanto a culpa, como a pena de todo pecado. 234
45. A pessoa recém-batizada não fica livre das penas civis 235
46. O Batismo remite as penas, que são comumente aplicadas depois desta vida mortal 235
47. Por que o Batismo não restitui imediatamente o estado da natureza íntegra 235
48. Os renascidos pelo Batismo não prescindem de uma firme alegria espiritual, no meio das misérias desta vida 236
49. Que efeitos a mais produz o Batismo no homem, além da remissão da culpa e da pena 237
50. À graça divina, infundida no Batismo, são acrescentadas as virtudes, que lhe vão como companheiras inseparáveis 237
51. Pelo Batismo, somos incorporados em Cristo 237
52. Como se explica que, enriquecidos com tantas virtudes pelo Batismo, os cristãos se mostrem tão morosos em praticar a piedade 238
53. O Batismo imprime um caráter indelével. 238
54. O Batismo nunca pode ser reiterado. 238
55. Não retornam a receber o Batismo, os que sob certas condições são rebatizados. 239
56. O Batismo condicional não deve ser ministrado sem discernimento 239
57. Qual é o derradeiro fruto que se recebe, mediante a virtude do Batismo 239
58. Qual é o sentido e a utilidade das cerimõnias do Batismo 240
59. Quantas espécies de ritos existem no Batismo 240
60. Em que época deve ser consagrada, pelo rito comum, a água necessária para a administração do Batismo 241
61. Por que os batizando não são logo admitidos no interior da Igreja 241
62. P o r que se pergunta a o s batizandos o que pretendem, e o que estão aprendendo 241
63. D e que maneira devem ser catequizadas as pessoas mais rudes, de acordo com uma antiga prescrição da Igreja 242
64. Que uso se faz do exorcismo 242
65. Por que se aplica sal na boca de quem vai receber o Batismo 242
66. Que significa o sinal da Cruz, feito em muitas partes do corp o. 242
67. Por que o nariz e as orelhas são umedecidos com saliva 242
68. Que significa aquela renúncia a S atanás, feita pelo batizando, depois de haver pronunciado a profissão de fé 243
69. Por que se pergunta se quer ser batizado, a quem já está na iminência de banhar-se na água da salvação 243
70. Por que a cabeça do batizado é logo ungida com o C risma 244
71. Que simboliza a veste branca ou toalha branca que se dá ao batizado 244
72. Que s ignifica a vela acesa que o batizado segura nas mãos 244
73. Por que se impõe um nome à pessoa batizada, e qual nome deve ser 244
74. Recapitula-se tudo quanto foi dito acerca do Sacramento do Batismo. 245
Capítulo III. — Do Sacra m e n to da C o nfi rmaçã o
1. Por que s e torna hoje e m dia sumamente necessário explicar a virtude da C onfirmação 245
2. Por que a Igreja dá o n o m e de Confirmação a este Sacramento 246
3. A Confirmação é um verdadeiro Sacramento da Nova Lei. 246
4. Dos Santos Doutores, que fazem menção deste Sacramento. 246
5. O n d e vai a distinção entre os Sacramentos 247
6. Quem instituiu o Sacramento da Confirmação 248
7. Q u a l é a matéria deste Sacramento. 248
8. Que significa o azeite doce na matéria da Confirmação 249
9. Que lembra aqui o bálsamo, misturado ao azeite 249
10. Por que se faz mister que o Crisma seja sagrado pelo bispo 249
11. Qual é a forma deste Sacramento 250
12. Como se prova ser esta a forma perfeita deste Sacramento 250
13. Quem é o ministro propriamente dito de Sacramento da Confirmação 251
14. P o r que são admitidos padrinhos na Confirmação, e qual é a afinidade que se contrai pela Crisma 252
15. O Sacramento da Confirmação não é de necessidade absoluta, mas não deve ser negligenciado 252
16. Mostra-se como todos devem receber o Sacramento da Confirmação 253
17. Em que idade devem os fiéis ser admitidos a este Sacramento 253
18. De que modo devem os mais velhos preparar-se para este Sacramento 254
19. Quais são os efeitos deste Sacramento 254
20. Donde se deriva o nome de Confirmação 255
21. A Confirm ação imprime caráter e não pode ser reiterado 255
22. A virtude d a Confirmação pode ser demonstrada pelos efeitos que se manifestaram nos Apóstolos 256
23. Por que se unge em forma de cruz a testa de quem é crismado. 256
24. Qual é a época mais indicada para a admin istração deste Sacramento 256
25. Por que o bispo aplica a bofetada e deseja depois a paz ao confirmando 257
Capítulo IV. — Do Sacra m e n to da Eucaristia
1. Por que devemos tratar e receber, com o máximo respeito, os Mistérios da Eucaristia 257
2. P o r que e quando foi instituído o Sacramento da Eucaristia 257
3. Por que este Sacramento se chama Eucaristia 258
4. Por que este Sacramento se chama Comunhão, Sacramento da paz e da caridade 259
5. P o r que m otivo o mesmo Sacramento se chama Viático e Ceia 259
6. Não podemos consagrar nem receber a Eucaristia, depois de haver comido ou bebido alguma coisa 259
7. A Eucaristia é um verdadeiro Sacramento 260.
8. Na Eucaristia, concorrem muitas coisas, a que compete o nome de Sacramento 260
V. Í n d i c e G e r a l 715
9. Como a Eucaristia se distingue de todos os mais Sacramentos 260
10. A matéria dupla da Eucaristia não perfaz dois Sacramentos. 261
11. D a s coisas, que são s ignificadas por este Sacramento. 262
12. Qual é a matéria deste Sacramento e que espécie de pão deve ser consagrado 262
13. Convém que seja asmo o pão de que se consagra a Eucaristia. 263
14. O pão ázimo não é de absoluta necessidade para a Eucaristia 264
15. Que matéria deve ser empregada para a consagração do S angue de Nosso Senhor 264
16. No Sacramento, deve misturar-se água ao vinho 264
17. Não é de absoluta necessidade tomar-se água, e a quantidade de água deve ser menor que a de vinho. 265
18. Quantas e quão grandes coisas representam os símbolo de pão e de vinho neste Sacramento 265
19. Que forma se deve usar para a consagração do pão 266
20. Nem todas as palavras, que por costume da Igreja se empregam na consagração, são de valor necessário 267
21. Qual é a forma para se consagrar o Sangue 267
22. Mostra-se ser esta a verdadeira forma de consagração 268
23. Explica-se a forma da consagração do Sangue 268
24. Por que justamente na consagração do Sangue se faz menção da morte 269
25. Neste Sacramento, não é de bom aviso admitir o parecer dos sentidos 270
26. Dos principais efeitos que, pela virtude da misteriosa consagração, se operam neste Sacramento 270
27. A presença real de Cristo no Sacramento é provada pelas Escrituras. 27 1
28. De que modo devemos investigar a definição da Igreja sobre o sentido d a s Escrituras, e sobre a presença real do Corpo de Nosso Senhor na Eucaristia 272
29. Quantas vezes foi condenada a opinião contrária, pelos Concílios da Igreja 273
30. Mostra a grandeza deste Sacramento, quanta não é a dignidade da Igreja M ilitante 274
31. Os ossos, nervos e tudo quanto faz parte da integridade humana, está aqui verdadeiramente presente, junto com a Divindade. 275
32. O S angue, a Alma e a Divindade não estão na Eucaristia, do mesmo modo que está o Corpo de Cristo 275
33. Por que se fazem duas consagrações na Eucaristia 276
34. Cristo todo está presente em qualquer partícula de ambas as espécies 276
35. Depois da consagração, não remanesce nenhuma substãncia da matéria deste Sacramento 277
36. A transubstanciação, qual foi aprovada pelos Concílios, tem seu fundamento nas Sagradas Escrituras 277
37. Como os Santos Padres chegaram ao conhecimento da transubstanciação neste Sacramento 278
38. Em que sentido a Eucaristia ainda se chama pão, depois da consagração 279
39. De que modo se opera a tão prodigiosa conversão das substãncias 279
40. A esta admirável conversão se deu com propriedade o nome de "transubstanciação" 280
41. Não devemos inquirir, com excessiva curiosidade, o modo da transubstanciação, nem o lugar que crista ocupa neste Sacramento 280
42. O Corpo de Cristo não está na Eucaristia como num lugar 280
43. Neste Sacramento não há nenhuma substãncia em que estej am inerentes os acidentes de pão e de vinho 281
44. Por que razão qui s Cristo d a r o Seu Corpo e S angue debaixo das espécies de pão e de vinho 281
45. Que bens alcançam os que comungam dignamente o Corpo e o S angue de Nosso Senhor 282
46. A Eucaristia traz à alma os benefícios que ao corpo acarretam o pão e o vinho 282
.
47. D e que maneira se confere a graça, mediante este Sacramento 283
48. Pela recepção da Eucaristia, o homem que estiver manchado e morto de pecados, não revive espiritualmente, embora se diga que este Sacramento confere a graça 283
49. De como a alma se refaz e sustenta com esta comida espiritual 284
50. A Eucaristia remi te os pecados mais leves 284
51. Este Sacramento também preserva a alma dos males futuros 284
52. De como este Sacramento franqueia a entrada para a eterna glória 285
53. De quantas maneiras comungamos o Corpo e o Sangue de Nosso Senhor. 285
54. Prova-se que, antes de aproximar-se da Eucaristia, deve a pessoa preparar a sua alma 286
55. De que maneira deve a alma preparar-se para a Eucaristia. 287
56. O comungante deve também atender, de certo modo, às disposições do corpo 288
57. Todos os cristãos devem, pelo menos uma vez cada ano, receber a Eucaristia 288
58. Quantas vezes, e em quais épocas se deve receber a Eucaristia. 289
59. Prova-se que antigamente era costume na Igreja comungar com frequência 290
60. Não convém ministrar a Eucaristia às crianças que ainda não alcançaram o uso da razão 290
61. Em que idade deve dar-se às crianças a S agrada Eucaristia 291
62. É lícito admitir algumas vezes os doentes mentais à Comunhão. 291
63. Aos leigos, não se deve dar a Comunhão em ambas as espécies. 291
64. Das razões por que a Igreja determinou o uso de uma só espécie 292
65. O ministro próprio deste Sacramento é o sacerdote 293
66. A Eucaristia pode ser [validamente] consagrada e ministrada por sacerdotes indignos 293
67. A Eucaristia, como peculiar S acrifício do Novo Testamento, é sumamente agradável a Deus 294
68. Quais são as causas por que Cristo Nosso Senhor instituiu a Eucaristia 294
69. Como o Sacramento se distingue do S acrifício 295
70. Em que época foi instituído este S acrifício do N ovo Testamento. 295
71. Não é licito oferecer S acrifício aos Santos ou a qualquer criatura 295
72. Donde provém essa doutrina acerca do S acrifício e do sacerdócio da N ova Lei 296
73. Quais são as principais figuras e profecias que significam este Sacrifício 296
74. Na Missa, consuma-se o mesmo S acrifício, que foi oferecido na Cruz 296
75. Um só é também o sacerdote de ambos os S acrifícios 297
76. A Missa é um S acrifício, tanto de louvor, como de propiciação 297
77. Os frutos do S acrifício da Missa atingem também os defuntos 297
78. Nenhuma Missa, celebrada segundo o rito comum da Igreja, p o d e chamar-se particular 298
79. Qual é a finalidade das cerimônias deste S acrifício 298
V. Í n d i c e G e r a l 717
Capítulo V. — D o Sacra m e n to da Pen i tência
1. A doutrina d a Penitência deve ser inculcada aos ouvidos dos cristãos, com toda a minúcia e frequência 298
2. Como são vários os sentidos da palavra penitência 299
3. Qual a diferença entre as várias acepções de penitência. 300
4. Que é penitência interior 300
5. A fé não é a parte da penitência 30 1
6. A penitência interior do coração deve ser considerada uma virtude 30 I
7. Quais devem ser os sentimentos de quem possui a verdadeira penitência. 30 1
8. Por onde se sobe, à guisa de degraus, a esta divina virtude da penitência. 302
9. Qual é o fruto principal da virtude da penitência 303
10. Que devemos pensar da penitência exterior, e por que razão quis Cristo integrá-lo no número dos Sacramentos 303
11. De que modo a Penitência é um Sacramento da Nova Lei 304
12. O Sacramento da Penitência pode ser reiterado 304
13. Que é matéria da Penitência, e qual deve ser 304
14. Qual é a forma do Sacramento da Penitência 305
15. Com que vantagem são acrescentadas preces à forma sacramental 306
16. Em quanto difere o poder dos sacerdotes de Cristo em julgar da lepra do pecado, do poder que tinham os sacerdotes da Lei Antiga 306
17. Com que atitude e compostura devem os penitentes encarecer sua obrigação. 306
18. Quais são os frutos principais que se auferem do Sacramento da Penitência 306
19. Em que sentido se diz que alguns pecados não podem ser perdoados 307
20. Sem penitência, ninguém pode lograr a remissão de seus pecados. 308
21. Quantas são as partes integrantes da Penitência 308
22. Como se colige serem as três partes da Penitência 309
23. Nesta matéria, que vem a ser propriamente contrição 309
24. Por que os Padres do Concílio chamaram dor à contrição 310
25. Por que o s Teólogos chamam, e m geral, contrição à detestação dos pecados. 3 1 O
26. Quais outras expressões designam, de ordinário, essa mesma detestação dos pecados 311
27. Por que a dor dos pecados, expressa pelo termo contrição, deve ser suma e veementíssima 31 1
28. A Contrição não deixa de ser verdadeira, ainda que não haj a uma absoluta dor sensível sobre os pecados. 312
29. N a contrição, devemos detestar u m por u m todos o s pecados mortais 313
30. Basta à s vezes detestar e m geral todos o s pecados 313
31. Dos requisitos principais para a verdadeira contrição 313
32. Prova-se que, para a contrição, é mister haver dor d a culpa passada, e propósito de emenda para o futuro 314
33. Devemos perdoar aos outros, s e quisermos ser perdoados 314
34. Qual é propriamente a virtude e utilidade d a contrição 315
35. D e que modo se chega à contrição perfeita 315
36. D a excelência d a Confissão, e como era necessário instituí-la para a salvação dos cristãos 316
37. A Confissão aperfeiçoa a contrição 316
38. Descreve-se a Confissão Sacramental, e sua natureza 318
39. Por que motivo, e e m que ocasião instituiu Cristo a Confissão. 318
40. De que outras passagens da Escritura se colige que a Confissão foi instituída por Cristo 318
41. Como s e colige das palavras d e Nosso Senhor, que a Confissão deve necess ariamente ser feita aos sacerdotes; e que os sucessores dos Apóstolos são j uízes 319
42. C o m que vantagem a Igreja acrescentou certas cerimônias à Confissão S acramental 319
43. Se m Confissão, não podem recuperar a salvação os que tiverem incorrido em pecados mortais 320
44. Em que idade e época do ano importa confessar 32 1
45. Quantas vezes devem os cristãos utilizar-se deste benefício 32 1
46. Todos os pecados devem ser acusados, um por um, na Confissão 32 1
47. Na Confissão, devem ser declaradas as circunstãncias dos pecados 323
48. Deve repetir-se a Confissão, em que voluntariamente se calou algum pecado mais grave 323
49. Não precisa repetir-se a Confissão, em que por esquecimento ou leve descuido foi omitida alguma falta 324
50. A acusação deve ser clara, despretensiosa, e sincera 324
51. A acusação deve ser criteriosa e recatada 324
52. A acusação não pode ser feita por mensageiro ou por carta 324
53. Para o cristão é de proveito confessar-ser mais vezes 324
54. De quantos poderes deve estar provido o ministro deste Sacramento 325
55. Em caso de necessidade, todo sacerdote pode absolver qualquer pecador 325
56. Qual Confessor devem escolher os que prezam, como devem, a sua salvação 326
57. Não é jamais permitido revelar, por palavras ou sinais, o que se ouviu em Confissão 326
58. A que deve atender o sacerdote, quando ouve a Confissão de outras pessoas 326
59. Que é a satisfação, genericamente falando, e que representa em assunto de Confissão 329
60. Quantos são os graus daquela satisfação, que envolve em si alguma compensação pelo pecado 329
61. Com a remissão da pena eterna, que se segue ao perdão da culpa, nem sempre se remite a pena temporal 33 1
62. Por que Deus não perdoa tanto ao homem, pelo Sacramento da Penitência, quanto o faz pelo Batismo 33 1
63. De que modo as penas que nos são infligidas, são de proveito a outros 332
64. Pela Penitência, tornamo-nos semelhantes a Cristo 333
65. Como pode haver, apesar da misericórdia divi na, lugar para a j ustiça no pecado 333
66. Pela penitência, escapamos às penas que Deus nos tem preparado 334
67. A que títu lo nossas obras são não só meritórias, mas também satisfatórias 334
68. Nossa satisfação não faz sombra à satisfação e ao merecimento de Cristo 334
69. Quais são as condiçôes principais, para que uma obra tenha verdadeira virtude de satisfazer 335
70. Quantas são as obras de s atisfação. 335
71. Se as afliçôes que os homens sofrem, por causas extrínsecas, possuem valor satisfatório 336
72. Uma pessoa pode fazer penitência por outra, e cumprir todas as condiçôes correspondentes 336
V. Í n d i c e G e r a l 719
73. Se deve ser dada a absolvição a quem não promete restituir a coisa roubada 337
74. Qual satisfação deve ser imposta ao penitente 337
Capítulo VI. — Do Sacra m e n to da Extrema- Unção
1. Por que o s Pastores d e almas devem falar mais vezes a o povo a respeito do Sacramento da Extrema-Unção. 338
2. Por que este Sacramento se chama Extrema-Unção 338
3. De que modo concorre na Extrema-Unção o caráter de verdadeiro Sacramento 339
4. Se devemos estatuir vários Sacramentos, só por que aqui se fazem várias unções. 339
5. Qual é a matéria da Extrema-Unção. 340
6. Por qual forma se consuma este Sacramento 340
7. Por que razão a forma deste Sacramento é redigida em termos deprecatórios 34 1
8. Quem instituiu este Sacramento 341
9. A que pessoas se deve ministrar a Extrema-Unção 342
10. Que partes do corpo devem aqui ser ungidas. 343
11. A Extrema-Unção pode ser reiterada 343
12. Com que reverência e preparação se deve receber a Extrema-Unção 343
13. De que ministro devemos receber a Extrema-Unção 344
14. Quais frutos auferem os homens da recepção deste Sacramento 344
Capítulo VII. — Do Sacramento da Ordem
l. Por que os párocos devem esmerar-se em explicar ao povo a doutrina a respeito do Sacramento da Ordem 346
2. Aqui na terra, não há dignidade mais sublime que a Ordem Sacerdotal 347
3. Quer pode julgar-se chamado por Deus ao sacerdócio e aos cargos eclesiásticos 347
4. De quais pessoas devemos julgar que se aproximam indevidamente das Ordens S acras, e que entram na Igreja por caminhos estranhos 348
5. Em que ponto devem exceder aos outros fiéis entre o povo os que se consagraram ao serviço da Igreja pelas Ordens S acras 349
6. Quanto é o poder sacerdotal 350
7. Até onde se estende o poder da Ordem 350
8. O sacerdócio instituído por Cristo é mais sublime do que o sacerdócio natural e o mosaico. 350
9. Que é a Ordem, e por que a função eclesiástica se chama Ordem 351
10. A Ordem é um verdadeiro Sacramento 35 1
11. Por que se instituíram na Igreja várias categorias de ministros. 352
12. Quantas são as Ordens dos ministros da Igreja, e como são em geral distribuídas. 352
13. Que é Tonsura clerical, e que significa o nome de clérigo 352
14. Por que os clérigos são distinguidos com uma coroa circular na cabeça 353
15. Qual é a função dos ostiários 353
16. Qual é o ofício do leitor na Igreja 354
17. Que devem fazer os exorcistas, por dever de ofício 354
18. Quais são as obrigações do acólito 354
19. Qual é o ministério do subdiácono, e quais ritos se aplicam em sua ordenação 355
20. Qual é o ministério do diácono 356
21. Quais candidatos devem ser escolhidos p a r a diáconos 356
22. Q u a l é a dignidade e grandeza do sacerdócio. 357
23. Quantos graus há no sacerdócio, tanto da Nova Lei, c o m o na L e i Antiga 357
24. Quais são os deveres próprios dos sacerdotes 358
25. Apesar de haver uma só ordem de sacerdócio, não é um só o grau dos sacerdotes 359
26. Quem é o legítimo ministro do Sacramento da Ordem 360
27. Por que se exige uma probidade singular naqueles que vão ser promovidos às Ordens. 360
28. Quanta pureza de vida e de costumes se requer no ordinando 361
29. Qual e quanta ciência se requer no sacerdote 36 1
30. Qual são os que não devem ser admitidos à dignidade do sacerdócio 362
31. Quais são os principais efeitos deste Sacramento 362
Capítulo VIII. — Do Sacra m e n to do Matrimônio
1. Por que o s párocos devem vigiar que o povo cristão conheça a natureza e a santidade do Matrimônio 363
2. Por que essa santa união se chama Matrimônio, conjúgio, e núpcias 364
3. Q u e é Matrimônio 365
4. Em que consiste a nota essencial do Matrimônio 365
5. Qual consentimento se requer no Matrimônio, e de que modo deve ser declarado 365
6. O mútuo consenti mento, expresso por palavras de futuro, não constitui nenhum Matri mônio 366
7. Se por pej o, ou por outro obstáculo, o consentimento não for expresso por palavras, acenos e sinais podem substituir as palavras. 366
8. Para haver verdadeiro Matrimônio, n ã o se requer o comércio carnal 367
9. Debaixo de quantos prismas se pode considerar o Matrimônio 367
10. Que instituiu o Matrimônio, em quanto é uma função da natureza. 367
11. O Matrimônio não pode ser dissolvido, em quanto é função da natureza, e muito menos ainda como Sacramento 368
12. Não foi imposta a todos os homens a obrigação de contrair Matrimônio 368
13. Por que homem e mulher devem casar-se 368
14. De outro fim do Matrimônio, depois que houve pecado 369
15. Por que Cristo elevou o Matrimônio à dignidade de Sacramento 370
16. De que modo o Matrimônio é um verdadeiro Sacramento da Lei do Evangelho 370
17. De que modo se prova pelas palavras de São Paulo, que o Matrimônio é um Sacramento 371
18. Quanto o Matrimônio do Evangelho difere do matrimônio natural ou do mosaico 371
19. Na lei natural, depois do pecado, e na lei mosaica, o matri mônio não conservou a sua dignidade primitiva, que de Deus recebera 372
20. O divórcio não pode romper o vínculo do Matrimônio 373
21. Por que não convém que se dissolva o Matrimônio 373
22. Os que se separaram por carta de repúdio, podem tornar à comunhão de vida conjugal 374
23. Quais são os bens que os casados auferem deste Sacramento 374
24. Que é a fidelidade no Matrimônio, e como deve ser observada 375
25. Que é Sacramento, e m quanto se enumera entre os bens do Matrimônio 375
26. Quais são os principais deveres do marido 376
27. Que exige a obrigação da esposa 376
V. Í n d i c e G e ral 72 1
28. Que devemos pensar dos ritos do Matrimônio 377
29. Não são válidos os Matrimônios clandestinos 377
30. É de bom aviso ensinarmos também os impedimentos matrimoniais 377
31. Que disposições de alma devem ter os que estão para se casar 377
32. Para a solidez do Matrimônio, é preciso pedir o consentimento dos pais 378
33. O que se deve ensinar a respeito do ato conjugal 378
34. Os casados devem de vez em quando abster-se das relações conj ugais 379
PARTE TERCEIRA: OS MANDAMENTOS
Capítulo I. — Dos p recei tos divinos con tidos no Decálogo
1. Demonstra-se que o Decálogo é um sumário d e todos o s Mandamentos. 38 1
2. Por que os Pastores devem antes de tudo saber bem o Decálogo e explicá-lo 381
3. Quem é o autor d a Lei Natural e d o Decálogo 382
4. Como o próprio Autor da Lei pode incitar o povo à observãncia da Lei 382
5. Quanto é grande o benefício de termos recebido de Deus uma lei 383
6. Por que quis Deus naquele tempo promulgar a Sua Lei aos Israelitas, com o esplendor de tão grande majestade 383
7. Como os homens podem cumprir uma lei, que foi promulgada debaixo de tanto terror; e que nada é mais fácil do que o amor. 383
8. Se todos os homens são necessariamente obrigados à observãncia da Lei 384
9. Que frutos alcançam os observadores da Lei Divina. 385
10. Como todas as coisas cumprem a vontade de Deus, prova-se que é j ustíssimo seguir o homem nessa mesma vontade. 385
11. De que modo a Lei Mosaica obriga os homens de todas as épocas, e em que ocasião foi promulgada aos Israelitas 386
12. Por que escolheu Deus os Judeus para serem o Seu povo 387
13. Por que os Hebreus foram muito vexados por longo tempo, antes de receberem a Lei 387
14. Por que a Lei foi dada em tal lugar e tempo 388
Capítulo II. — Do Primeiro Mandamento
1. Que significa este exórdio, e que Mistérios nele s e encerram. 388
2. De que sentimentos devem os fiéis empolgar-se com a introdução deste Decálogo 389
3. O que se contém neste Primeiro Mandamento, para se fazer, ou para se evitar 389
4. De como este Mandamento encera a fé, esperança e caridade. 390
5. Explica-se este Mandamento, em sua parte negativa 390
6. De como devemos considerar este Mandamento como o maior de todos 39 1
7. Quem são os principais violadores deste Mandamento. 39 1
8. A este Mandamento não se opõe o culto que, segundo o costume tradicional da Igreja, tributamos aos Santos." 39 1
9. Prova-se, pelas Escrituras, que é lícito venerar os Santos Anjos 392
10. Prova-se, pelas Escrituras, que devemos invocar os Santos Anjos 392
11. A invocação dos Santos e a veneração das relíquias em nada diminuem a honra de Deus 393
12. Quais são os principais argumentos para motivar e provar a invocação dos Santos 393
13. Prova-se que a invocação dos Santos não tem sua origem numa certa desconfiança no auxílio divino, nem na fragilidade da fé. 393
14. O dogma de Cristo como único Mediador não suspende a invocação dos Santos 394
15. Demonstra-se donde se confirmar a virtude das relíquias, e quão grande é a sua força e eficácia 394
16. As palavras seguintes não constituem outro Mandamento, mas um só com as palavras precedentes 395
17. Não vai de encontro a este Mandamento o uso das imagens, aceito pela Igreja 395
18. De que modo a Maj estade poderia ser ultraj ada, em conseqüência das imagens 395
19. Qual é o sentido desta última parte do Mandamento 396
20. Não quebram este Mandamento os que representam as Pessoas da Santíssima Trindade 397
21. De que modo são pintados os Anjos 397
22. Da pomba, em cuj a figura é representado o Espírito Santo 397
23. Devem ser pintadas e veneradas as imagens de Cristo e dos Santos 397
24. Qual é o uso legítimo das imagens na Igreja 398
25. Não pertence pois este Apêndice ao Primeiro Mandamento 398
26. Se a pena aqui cominada aos pecadores deve ser inculcada, do mesmo modo, tanto aos cristãos carnais, como aos perfeitos 399
27. Que nos propõem à meditação aquelas palavras: Eu sou o Deus Forte 399
28. Que significa, quando Deus também se diz zeloso ou ciumento 400
29. Que espécie de zelo deve ser atribuído a Deus 400
30. Qual é o sentido da ameaça aqui feita 401
31. Como Deus visita os pecados dos pais nos filhos, até a terceira e a quarta geração 40 1
.
32. Como estas palavras se harmonizam com as palavras de Ezequiel 402
33. De quais violadores das Leis Divinas devemos julgar que odeiam a Deus 402
34. Que quer dizer aquela passagem: " Faço misericórdia aos que Me amam" 402
Capítulo III. — Do Segundo Ma ndamento
1. Por que Deus quis promulgar expressamente esta Lei acerca da honra que devemos tributar ao Seu próprio Nome 403
2. Quanto o s párocos devem esforçar-se na explicação deste Mandamento 403
3. O que este Segundo Mandamento ordena ou proíbe 404
4. O que neste lugar se entende por N o m e de Deus 404
5. De que maneira podemos dizer que veneramos e honramos o Nome de Deus 404
6. Como podemos obedecer a este Mandamento também de outras maneiras 405
7. Por que não é de aprovar o uso por demais freqüente do juramento 405
8. Em que está a razão de ser do juramento, e que é propriamente jurar 406
9. Do juramento que se faz por execração 406
10. Quais são as espécies de juramento 407
11. Quais são as condições que se exigem para o juramento legítimo. 407
12. Como se faz juramento na verdade 407
13. De quem se diz que jura com critério, e por que se não deve tomar juramento aos meninos. 408
14. Como se jura com justiça 408
15. Por quais razões se pode principalmente coligir que o juramento é lícito algumas vezes 408
16. Prova-se que o juramento, feito devidamente, é um ato louvável 409
17. O fim do juramento é por termo a brigas e demandas 409
V. Í n d i c e G e r a l 723
18. Em que sentido Cristo proibiu o juramento 410
19. E m que sentido disse Cristo proceder d a malícia tudo o que passasse da simples afirmação da verdade 410
20. Por que o juramento falso e temerário é um pecado tão grande 411
21. De que modo perjuram os que j uram ser verdade o que de fato é verdadeiro 41 1
22. De que modo peca quem jura alguma coisa falsa, julgando ser verdade 411
23. Como peca quem não guarda o que jurou ou prometeu de fazer 411
24. Como peca quem jura algum pecado grave, ou alguma coisa contra os conselhos evangélicos 412
25. Comete pecado quem jura, baseando-se em leves conjeturas 412
26. Peca gravemente quem j ura por falsos deuses 412
27. Faz pecado quem profana a Palavra d e Deus, interpretando-a à má parte, ou aplicando-a a vãos trocadilhos 412
28. Como pecam os que não invocam a Deus em suas calamidades 413
29. O mais grave d e todos estes pecados é a blasfêmia contra Deus e Seus Santos 413
30. Por que a este mandamento foram acrescentadas certas ameaças de castigo 413
Capítulo IV — D o Tercei ro Mandamento
1. Que ordena aos fiéis este Terceiro Mandamento 415
2. Por que motivo, principalmente, devem os párocos cuidar que os fiéis retenham sempre na memória a presente prescrição 415
3. D e que maneira é preciso exortar o s Príncipes a que prestem auxílio aos Superiores Eclesi ásticos 415
4. Em que ponto este Mandamento difere dos outros Mandamentos do Decálogo 416
5. Extintas a s Leis cerimoniais, por ocasião d a Morte d e Cristo, devia também extinguir-se o sábado, em quanto fazia parte das leis cerimoniais 416.
6. Em que pontos concorda este Terceiro Mandamento com os outros nove Mandamentos 416
7. Ordenaram os Apóstolos que fosse celebrado o dia de domingo em lugar do dia de sábado 417
8. Que prescreve aqui em geral a frase: "Lembra-te " 418
9. Que significam, nas S agradas Escrituras, a s expressões "sábado" e "sabadear" 418
10. D e que modo s e diz que o s cristãos santificam o sábado 418
11. Qual é o sentido autêntico d a s palavras supracitadas 419
12. Que se demonstra na segunda cláusula d o Preceito 419
13. Por que convinha prescrever aos Judeus um dia fixo para os atos de Religião, e que esse dia fosse o sétimo 419
14. De que coisas foi sinal a celebração dosábado 419
15. O que é o sábado espiritual d o povo cristão 420
16. Que os bem-aventurados também possuem o seu sábado 420
17. Os Judeus tinham ainda outros dias festivos, além do sétimo dia 420
18. Por que os Apóstolos não consagraram ao culto divino o sétimo dia, mas o primeiro da semana 420
19. Por que foram acrescentadas, para os cristãos, ainda outras festas, além do dia de domingo 420
20. Como este Mandamento incita os fiéis a fugir a ociosidade 42 1
21. O que antes de tudo é proibido fazer em dias de festa 42 1
22. No S ábado, não são proibidas as obras externas que se relacionem com o culto divino 422
23. Por necessidade, permitem-se até certos trabalhos servis em dias de festa 422
24. Por que Nosso Senhor quis que os animais de carga descansassem 422
25. Com que obras devem os cristãos p rincipalmente ocupar-se nos dias de festa 422
26. Por que foi necessário consagrar ao culto divino alguns dias certos e determinados 423
27. Que vantagens tiram aqueles que obedecem fielmente a este Mandamento 424
28. Os castigos infligidos por Deus aos violadores deste preceito 424
Capítulo V. — Do Qua rto Mandamento
1. Qual é a importância deste Mandamento, e como concorda com os p recedentes 425
2. Quanto é vasta a extensão deste Mandamento, e quanto apoio não tiram os pais deste Mandamento 425
3. Para que fim se fez uma distinção dos Mandamentos em duas Tábuas 426
4. De que modo os três primeiros Mandamentos encerram em si a caridade para com Deus, e os outros Mandamentos a caridade para com o próximo; e qual é a diferença entre uns e outros 426
5. Como a caridade para com Deus não tem limites, e a caridade para com o próximo se confina em suas circunscrições 427
6. Como devemos amar os pais, e por que razão não lhes devemos obedecer de vez em quando 427
7. Que significa propriamente a expressão "honrar" no teor deste Mandamento 428
8. Que pessoas são aqui compreendidas pela designação de "pai" 428
9. Por que os filhos cristãos devem prestar uma honra especial aos seus pais carnais 429
10. Por que razão devemos honrar nossos pais carnais 429
11. Como devemos acudir aos pais necessitados, mormente em perigo de morte 430
12. Como devemos honrar nossos pais já falecidos 430
13. De que maneira devemos honrar os bispos e sacerdotes 430
14. Como os fiéis devem proporcionar aos sacerdotes o necessário para viverem 43 1
15. Demonstra-se que devemos prestar honras aos magistrados seculares 43 1
16. Por que devemos obedecer aos magistrados 432
17. Que galardão prometeu Deus para a obediência aos pais 432
18. Quanto se deve estimar a promessa de uma vida dilatada 432
19. Como se tornam participantes do prêmio deste Mandamento os que honram seus pais, muito embora venham a morrer p rematuramente 433
20. Quais penas são infligidas aos que transgridem este Mandamento 433
21. De que maneira podem os pais tornar-se dignos das honras que Deus por este Mandamento ordena de lhes serem prestadas 434
22. Como os pais não devem ser displicentes para com os seus filhos, nem preocupar-se demais com o lhes deixarem uma herança excessivamente grande 434
Capítulo VI. — Do Q u i n to Ma ndamento
1. Qual é o fruto e a utilidade d a doutrina que se contém neste Mandamento 435
2. O que s e proíbe, e o que s e ordena neste Mandamento 436
V. Í n d i c e G e r a l 725
3. É permitido comer e matar animais 436
4. É permitido dar sentença de morte aos homens, de matá-los por autoridade pública 436
5. Como não se tornam réus de assassínio os que matam em guerra j usta 436
6. Não se torna culpado deste Mandamento quem mata um homem por caso fortuito 437
7. Como se torna réu de homicídio quem fez casualmente alguma morte 437
8. É também permitido matar alguém em defesa de sua própria vida 437
9. A ninguém é permitido fazer homicídio, por sua autoridade particular 438
10. Não há ninguém que não seja protegido por este Mandamento. 438
11. De quantos modos pode quebranta-se este Mandamento 438
12. Pela ira, pode a pessoa pecar, ou não 439
13. De que modo os homens observam perfeitamente esta Lei, e como são muitos os que a quebrantam 439
14. Quanto Deus, nas S agradas Escrituras, detesta o homicídio 439
15. Demonstra-se, pela razão, como é enorme o crime de homicídio. 440
16. Que Deus nos ordena fazer neste mandamento 440
17. Quais são os deveres de caridade, impostos por este Mandamento 440
18. Como o amor aos inimigos é o mais perfeito de todos os exercícios de caridade 44 1
19. Qual é o ato, em que mais brilha a caridade para com o próximo, prescrita aqui por este Mandamento. 44 1
20. Quais são as razões principais por que devemos reprimir o ódio, e os fiéis devem ser levados a esquecer as inj úrias recebidas 442
21. Quando os perseguem, os homens são ministros e instrumentos de Deus, embora o façam por malícia da vontade 442
22. Das vantagens que auferem os que perdoam de bom coração 442
23. Quais e quantos males resultam do ódio aos inimigos 443
24. Demonstra-se que do ódio nascem muitos pecados 443
25. Dos remédios contra o pecado do ódio 444
Capítulo VII. — Do Sexto Mandamento
1. A que s e refere este Mandamento, e como o s párocos devem explicá-lo 444
2. Quais prescrições estão contidas neste Mandamento 445
3. Que se proíbe aqui sob a designação de adultério 445
4. Das várias espécies de lascívia, mencionadas nas Escrituras 445
5. P o r que este Mandamento se faz menção expressa do adultério 446
6. Que se ordena aqui, para ser necessariamente observado, além daquilo que é proibido pelo Mandamento 447
7. A que deve antes de tudo atender quem deseja dominar os seus apetites libidinosos 447
8. Por que razões podemos aj uizar a enorme malícia do adultério 448
9. Quais castigos costumam seguir-se a o s pecados libidinosos 448
10. De que maneiras são os homens levados à luxúria, e que devem principalmente evitar 449
11. Devem ser evitados os enfeites exagerados das mulheres, as conversas imorais, e outros incentivos da luxúria 450
12. O uso da Confissão, da Eucaristia, e de piedosos exercícios é necessário para se conseguir a castidade 45 1
13. Quem quiser ser casto deve domar o seu corpo 45 1
Capítulo VII I. — Do Sétimo Mandamento
1. Quanto se recomenda este Mandamento, e do seu nexo com os dois Mandamentos p recedentes 45 1
2. Qual é o sentido subj acente deste Mandamento 452
3. O que o Legislador quis aqui designar c o m a expressão "furto" 452
4. Por que Deus, querendo proibir aqui toda inj ustiça u s u rpação de coisas alheias, faz menção do furto, de preferência ao roubo 453
5. Enumeram-se as espécies de furto, tomado em sentido mais l ato 453
6. Transgridem este Mandamento não só os que realmente estão na posse de coisas alheias 453
7. Por onde podemos p rincipalmente aferir a gravidade do furto 453
.
8. Como é necessário restituir o que f o i fu rtado 454
9. Quais são os principais gêneros de furtos, e quais in dividues devem ser considerados c o m o ladrões 454
10. Quais são os gêneros de roubos, e quem deve ser tido como ladrão 455
11. Fazer usura é roubo, e como é grave esse pecado 456
12. Fazem roubo os j u ízes venais e os especuladores de crédito 456
13. Entram no rol dos ladrões os ricos que oprimem os pobres, penhorando-lhes os bens 457
14. São ladrões os que atravessam cereai s, em tempo de carestia 457
15. De quais pessoas devemos j ulgar que estão obrigadas a fazer restituição 457
16. Que devemos pensar a respeito das esmolas que também aqui são implicitamente ordenadas 458
17. D e que modo deve o povo ser levado a fazer esmola. 459
18. Devemos trabalhar, para podermos dar esmolas, e para evitar a ociosidade 459
19. Devemos viver com parcimônia, para podermos aliviar a i n d igência dos outros 459
20. Por que razões deve o povo cristão mover-se à detestação do furto, e à prática da benevolência 460
21. Que devemos pensar dos que escusam seus furtos e sacrilégios com vãos pretextos 460
22. Como se deve responder aos que dizem que são levados a roubar por amor de sua comodidades. 46 1
23. Que devemos dizer aos que j ustificam seus fu rt o s, alegando que roubam aos ricos, ou por força do h á b i t o 461
24. Que d i z e r e n tão àqueles que alegam s e r e m levados ao furto, pela ocasião que se apresenta, ou pela paixão da vingança 462
25. Que devemos retorquir aos que furtam, para se livrarem de suas dívidas 462
Capítulo IX. — Do O i tavo Ma ndamento
1. Quanta vantagem vai neste Mandamento 463
2. Q u a l é o sentido subj acente deste Mandamento 463
3. Q u a l é a principal proibição deste mandamento 464
4. Que pessoas são aqui designadas pela pal avra "próximo" 464
5. N ã o é permitido j urar falso ou mentir e m proveito do próximo 464
6. Quantos males resultam do falso teste munho proferido a favor de outrem. 465
7. Neste Mandamento, se proíbem os pecados de todos aqueles que tratam causas j urídicas, e toda mentira em geral 465
8. E s t e M andame nto estende-se também ao vício da detração 466
9. Que pessoas devem ser class ificadas e ntre os difamadores 466
10. São detratores os que dão ouvidos aos que caluniam,
V. Í n d i c e G e r a l 72 7
ou que semeia discórdia entre os amigos 466.
11. Este Mandamento proíbe também a adulação 467
12. Como amigos lisonj e i a m perniciosamente ao amigo, que se acha pe rigosamente enfermo 467
13. Entram em colisão com este Mandamento os autores de libelos difamatóri o s, os que dizem mentiras j o cosas ou oficiosas, e os hipócritas 468
14. O que a Segunda cláusula deste Mandamento prescreve implicitamente acerca dos tribunais forenses 468
15. Quando interrogados por legítimo magistrado, os réus não podem mentir 469
16. Qual é o dever das testemunhas 469
17. De que modo podem os advogados e procuradores j udiciais cumprir cabalmente a sua obrigação. 470
18. Como os autores e acusadores deixam de cumprir exatamente os seus deveres 470
19. Por que razões podem os cristãos chegar a conhecer a torpeza intrínseca da mentira 470
20. Quais prej uízos a mentira causa à sociedade humana 470
21. Desfazem-se as vãs desculpas da mentira. 471
22. N ã o se deve mentir, porque os outros também mentem. 472
23. Não é admissível a mentira jocosa, nem a oficiosa. 473
Capítulo X. — Do Nono e Décimo Mandamentos
I. D e que modo estes Nono e Décimo Mandamentos compreendem e m s i, por a s s i m dizer, os o i t o Mandamentos restantes 473
2. E m que pontos diferem entre s i estes dois Man damentos 473
3. Se no Sexto e Sétimo Mandamento não ficou assaz declarado o que se compreende nestes dois últimos 474
4. Qual e quão grande é o benefício que Deus nos fez com a intimação desta Lei 474
5. Q u a l diferença existe entre as l e i s divinas e as humanas, conforme o mostram estes dois Mandamentos 475
6. Qual concupiscência não é proibida neste l ugar, e que é concupiscência 475
7. Quais são as principais vantagens que ao homem resulta da concupiscência, quando esta se conforma à reta razão 476
.
8. Como chama o Apóstolo à concupiscência 476
9. Que concupiscência não é aqui absolutamente proibida, e não tem o caráter de pecado 476
10. Qual é a concupiscência proibida neste lugar 477
11. Por quais critérios se conhece ser pecado a concupiscência 477
12. Em que consiste, principalmente, o pecado de concupiscência 477
13. Qual é o sentido dos dois últimos Mandamentos 477
14. Que se entende por "casa" na formulação deste Mandamento 478
15. Que sentido têm as palavras "boi" e "asno" 478
16. D e que servos se fala neste Mandamento 478
17. Por que também se faz menção do p róximo neste Mandamento 478
18. Não pecam contra este Mandamento os que deseja m comprar, por j usto preço, as coisas que o próximo tem para vender 479
19. Como se deve entender o Décimo Mandamento de não cobiçar a mulher do p róximo 479
20. Não peca contra este Mandamento quem pede para casamento uma mulher, da qual j ulga ter perdido o marido 479
21. Fora o que p roíbe, quais c o i s a s ordena fazer e s t e Mandamento 480
22. Quais são as pessoas que mais se enleiam nos laços das concupiscências 480
23. Das várias classes de pessoas que se beneficiam da desgraça alheia 48 1
PARTE QUARTA: A ORAÇÃO DOMINICAL
Capítulo I. — Da Oração e de s u a p rimordial necessidade
1. D e que maneira devemos rezar a Deus 483
2. O u s o da oração é necessário para a salvação 483
3. P o r que meio, principalmente, poderão os homens s e r levados a reconhecer a necessidade desta obrigação 484
4. Não há outro alvitre para atender à nossa indigência, senão a oração 484
Capítulo II. — Da u t il i dade da oração
1. Qual é o p rimeiro fruto que produz aque l a necessidade da oração 485
2. Qual é outro fruto que s e alcança mediante a oração 485
3. Deus em S u a Maj estade sempre atende a piedosas súplicas 486
4. Como é que às vezes não alcançamos o que pedimos 486
5. Q u e m p e d e na s devidas condiçõe s, alcança m a i s do que p e d e 486
6. Qual é o terceiro fruto da oração 487
7. Por que Deus, sabendo o que precisamos, quer ser rogado pelas nossas orações 487
8. Como pela oração pomos e m prática nossa caridade para com Deus 487
9. P e l a assiduidade na oração, tornamo-nos dignos da graça de Deus, e alcançamos a humildade e as armas contra o diabo 487
10. Qual é a quarta vantagem que os homens tiram da oração 488
11. Qual é o último fruto da oração 488
Capítulo III. — Das pa rtes e dos graus da oração
1. D e quais partes consta a oração cristã 488.
2. D a petição e da ação de graças 489
3. Apregoa-se a bondade e liberalidade de Deus para com todos os homens 489
4. Qual é a maneira mais perfeita de orar, e qual o sumo grau da oração 490
5. Qual é a segunda maneira de rezar 490
6. Em que grau está o terce iro gênero dos que rezam 49 1
7. Quem está no ínfimo grau entre os que rezam 49 1
Capítulo IV — Daq uil o que se deve pedir a Deus
1. Daquilo que s e pode pedir a Deus 49 1
2. Quais são a s coisas que, por s u a natureza, s e devem pedir a Deus em primeiro lugar 492
3. Em que extensão devemos p e d i r b e n s corporais e exteriores 492
4. De que modo devemos usar as riquezas e os bens corpora i s, q u a n d o os possuímos pela b o n d a d e de Deus 492
5. De que modo devemos p e d i r os b e n s da inteligência e da erudição 493
Capítulo V. — Por que m devemos orar
1. Neste mundo, não h á nenhuma classe d e homens, pelos quais não se deva rezar a Deus 493
.
2. Por quem deve mos pedir em p rimeiro lugar 493
3. Demonstra-se que devemos fazer o mesmo pelos nossos inimigos e pelos adversários da Igreja 494
4. Como se pode estender este benefício aos mortos 494
5. Não aproveita a oração dos outros aos que pecam para a morte 495
V. Í n d i c e G e r a l 729
6. Em que sentido devemos t o m a r as execrações que s e acham nas Escrituras 495
7. Como se deve fazer ação de graças 495
8. Entre as gratulações que s e apresentam a Deus, por c a u s a dos S a n t o s, qual delas merece a primazia 495
Capítulo VI. — A quem devemos orar
1. A quem devemos dirigir nossa oração e m primeiro lugar 496
2. Se devem ser também i nvocados os Santos, que reinam com Cristo 496
3. De u m modo invocamos a Deus, de outro os S a ntos 496
4. Como podemos pedir aos Santos que se compadeçam de nós 497
Capítulo VII. — Da p reparação que se deve fazer
1. Com que virtudes deve m o s, antes d e tudo, preparar a alma para a oração 497
2. De que vícios deve principalmente fugir, que m deseja rezar c o m fruto 498
3. Da fé e m Deus, considerada indispensável para a oração 499
4. Do que nos pode levar à confiança de alcançar aquilo que pedimos na o ração 499.
5. O Espírito Santo é o autor de nossa oração 500
6. De que modo devemos firmar-nos na confiança de alcançar os benefícios de Deus 500
Capítulo VII I. — Da maneira de reza r
1. Devemos ensinar ao povo a melhor maneira de rezar, e o que significa rezar em espírito e verdade 501
2. Q u a l é a principal utilidade da o ração vocal 501
3. A oração vocal n ã o é tão necessária na oração individual, como na oração coletiva 502
4. S ó os cristãos rezam e m espírito, mas eles não devem esquivar-se das longas orações 502
5. Nosso Senhor rejeita a oração dos hipócritas 502
6. Não devemos largar esse exercício de piedade, se demorar mais tempo até sermos ate ndidos 503
7. Cristo mandou-nos pedir em Seu nome o que quiséssemos pedir ao Pai Celestial 503
8. Devemos imitar o fervo r dos Santos na oração, e juntar a ação de graças à petição 503
9. Devemos juntar o j ej u m e a e s m o l a, para que a oração seja fe rvorosa e eficaz 503
Capítulo IX. — Do Proêmio da Oração D o m i n i c a l
1. Por que, n o início desta o ração, quis C risto que usássemos o nome de Pai, de preferê ncia ao Senhor ou Juiz 504
2. Qual é a primeira razão por que os homens acertadamente chamam a Deus de Pai 504
3. Qual é a segunda razão por que Deus é chamado Pai dos homens 505
4. Pela Providência de Deus foi cometida aos Anjos a tarefa de guardarem o gênero humano 505.
5. Por que argumentos reconhecemos claramente a grandeza d a s vantagen s, que para os h o m e n s resultam da guarda dos Anj o s 505
6. Do Anj o que livrou São Pedro do cárcere 506
7. Por que outro meio podem os homens reconhecer ainda o paternal cuidado, que Deus tem para com os homens 506.
8. Demonstra-se a bondade de Deus p a r a conosco, pelo exemplo de nosso pri meiro Pai 507
9. Qual é a terceira razão que nos mostra, como Deus cumula o gênero humano com o benefício de Seu amor como Pai 508
10. Por singular benefício de Deus, a Redenção nos tornou filhos de Deus 508
11. Como os cristãos, já feitos fi lhos de Deus, devem de sua parte retribuir ao Pai, depois de h averem recebido tão grandes provas de Sua paternal caridade 509
12. Devemos inculcar aos fiéis que Deus nunca Se esqueceu de nós 510
13. Por que Deus nos manda aqui i nvocá-lo Pai-Nosso no plural 510
14. Como o s fiéis são considerados irmãos d e Cristo 511
15. De que modo devemos rezar u n s pelos outro s, e considerar-nos todos mutuamente c o m o i r m ã o s 511
16. Por que razão estão os cristãos unidos entre s i por laços tão estreitos 512
17. E m que deve pensar o cristão, quando recita esse proêmio da oração, que são as palavras " Pai-Nosso" 512
18. Como s e diz que Deus, estando p resente e m toda parte, tem sua morada particular nos céus 513
19. Que pensamentos oferece à meditação dos fiéis aquela cláusula: "que estais nos céus" 514
Capítulo X. — D a Primeira Petição d a Oração Domin ical
1. Por que nossas petições devem começar pela s antificação do Nome de Deus 515
2. Como a natureza divina não pode ser acrescida o u diminuída de coisa alguma, por que foi necessário pedir neste lugar a santificação do Nome de Deus 515
3. De que modo devemos entender esta Primeira Petição, e quais desej o s quer Cristo que ofereçamos a Deus Pai 516
4. Como podemos santificar o Nome de Deus, que de per s i já é santo 516
5. D e que modo pode acontecer que o Nome d e Deus seja santo nos infiéis 517
6. De que modo pode o Nome de Deus ser santificado nos pecadores 517
7. De que modo poderão todos os homens s antificar em si mesmos o Nome de Deus 517
8. C o m o o N o m e de Deus é principalmente santificado pelo reconhecimento e veneração da Igreja Católica 518
9. D e que maneira o Nome d e Deus é hoje e m dia profanado pelos cristãos 518
Capítulo XI. — D a Segu nda Petição
1. As Escrituras recomendam muitíssimas vezes que se pregue o Reino de Deus 519
2. O que s e contém nesta Segu n d a Petição 520
3. Q u e devem fazer aqueles que deseja m alcançar o fruto desta Petição 520
4. Com que argu mentos devemos incitar os homens a deseja r o Reino de Deus 52 1
5. Demonstra-se quanta é a miséria do homem, pelo confronto do homem com outras criaturas. 52 1
6. Qual é a causa primordial de todas as misérias 522
7. Q u e quer dizer " Reino de Deus " na s S agradas Escrituras 522
8. De que natureza é o reino de Cristo sobre os homens piedosos. 523
9. De que modo reina Cristo e m seus fiéis. 523
10. Do reino da glória de Cristo Nosso Senhor 524
V. Í n d i c e G e r a l 73 1
11. Da natureza do reino de Cristo na glória e na graça, e de sua diferença 524
12. O que pois rogamos antes de tudo a Deus nesta petição 524
13. O que se pede aqui e m segundo lugar 525
14. O que se pretende em terceiro lugar nesta mesma petição 525
15. O que, a propósito desta petição, se apresenta antes de tudo para os c ristãos fazerem e considerarem 525
16. Quanto o Reino de Cristo é desejável, aqui na terra pela graça, e na v i d a futura pela glória 526
17. Da humildade que devemos manifestar nesta e nas outras petições 526
18. Com quanto afinco devemos esforçar-nos, para conquistarmos o Reino nos céus 527
19. Da conclusão desta petição, e d e uma outra breve explicação da mesma 527
Capítulo XII. — Da Tercei ra Petição
1. Por que, feita a petição d o Reino d e Deus, acrescentamos que se faça a Sua vontade 527
2. P o r que m e i o chegamos ao verdadeiro entendimento desta petição 528
3. Q u e males a prevaricação do primeiro p a i acarretou ao gênero humano 528
4. Apesar de repleto de muitas misérias, o homem desconhece ainda assim o seu estado 528
5. C o m o as S agradas Escrituras nos p õ e m diante dos olhos esta nossa miséria 529
6. No estado da natureza decaída, quanta não é a fraqueza dos homens para praticarem algum bem 529
7. Nas coisas de Deus somos de t o dosemelhantes a criancinhas 529
8. Qual remédio nos p r o p õ e esta petição p a r a tão grandes males 530
9. Os j ustificados, que já prestam obediência a Deus, devem também fazer esta petição 530
10. Nos j ustificados persiste ainda a concupiscência, que ninguém consegue extinguir totalmente 530
11. Em que sentido subj acente d a terceira petição 53 1
12. Qual é o sentido subj acente da terceira petição 53 1
13. A quem é dado, antes de tudo, abrasar-se ardentemente de zelo e amor por aquilo que se pede neste lugar 532
14. Que mais exprimimos ainda nesta petição 532
15. Melhor é deseja r que se faça o que Deus quer, do que a satisfação de nossa cobiça 533
16. Não devemos também pedir a Deus o que não pareça realmente bom. 533
17. Desejando o que é necessário para a conservação de nossa natureza, devemos antes de tudo pedir que s e faça a vontade de Deus 533
18. Como sem o auxílio de Deus não podemos evitar o pecado, também isso postulamos nesta petição 534
19. O que significa esta cláusula ["assim na terra como no céu"] 534
20. Devemos obedecer a Deus, não por causa de alguma recompen s a, mas por a m o r a E l e 534
21. De outras explicações, ainda, desta petição 535
22. D e que maneira se contém igu alme nte uma ação de graças nesta petição 535
23. O que desta petição devemos tirar para nossa consideração. 536
24. Quanta vantagem podemos tirar d a meditação desta petição, para podermos levar uma vida tranqüila 536
Capítulo XI II. — Da Qua rta Petição
1. Que ordem se observou nesta Oração Dominical 537
2. Por que desejamos e pedimos licitamente a Deus os bens da vida humana 537
3. Para que fim e de que modo devemos pedir os bens temporais 537
4. Quantas e quão grandes prerrogativas possuía o homem no estado de inocência 538
5. Quantos males se deduziram da prevaricação de Adão 538
6. P a r a acudirem às s u a s necessidades, os h o m e n s estão obrigados a trabalhar, mas debalde o faze m, se Deus não aj udar 539
7. Devemos pedir a Deus nos dê o que precisamos, e Ele o faz com largueza 539
8. O que se entende p e l a palavra " p ã o ", e q u a l é o sentido desta petição 540
9. Prova-se ser lícito pedir a Deus bens temporais 540
10. Pelo nome de pão se entende o que pertence às necessidades do corpo 54 1
11. Por que não pedimos aqui simplesmente pão, mas sim pão nosso 54 1
12. Devemos adquirir, com o nosso trabalho, o pão que queremos seja nosso, quando pedimos o pão nosso. 541
13. Por que se acrescenta esta cláusula "de cada dia" 542
14. Que significam estas duas palavras "nos dai" 543
15. Por que os rico s, com terem abundância de todas as coisas, devem recitar estas palavras 543
16. Por que dizemos "nos daí" e não "me dai" 543
17. O que sugere a partícula adverbial " hoje " 544
18. O que se deve aqui entender do pão espiritual, incluído também no sentido desta petição 544
19. D o verdadeiro pão supersubstancial, que é Cristo Nosso Senhor 545
20. Cristo está verdadeiramente contido no Sacramento da Eucaristia, e por isso mesmo é propriamente chamado nosso Pão 545
21. Por que a Eucaristia é chamada nosso Pão de cada dia 545
22. Como devemos portar-nos, se não recebemos logo o pão desejado 546
23. Para que meditações temos aqui a ocasião propícia 546
Capítulo XIV — Da Q u i n ta Petição
1. D a Paixão de Cristo dimanou a remissão de todos os nossos pecados 547
2. O que contém nesta Quinta Petição 547
3. P o r que aqui n ã o se emprega a mesma maneira de pedir, como nas petições anteriores 54 7
4. Que disposições se requerem naquele que quer alcançar o perdão de seu pecado 547
5. Por que m e i o s p o d e o h o m e m chegar ao conhecimento de s e u s pecados 548
6. De que m o dose desperta na alma uma dor pungente e uma verdadeira penitência, depois de havermos reconhecido o pecado 549
7. Como nos entregamos pelo p e c a d o à pesadíssima escravidão do d e m ô n i o 549
8. Quantos males o pecado inflige à a l m a 549
9. Como devemos converter-nos à penitência, depois de havermos reconhecido o descalabro do pecado 550
10. Reconhecido e detestado o pecado, que considerações nos fazem conceber a esperança de alcançar perdão 55 1
11. Como Deus faci lmente nos perdoa os pecados, se nos arrependermos deles 55 1
12. Qual é o sentido, nesta petição, da palavra "dívidas" 552
V. Í n d i c e G e r a l 733
13. Não sendo capaz por s i mesmo de s atisfazer pelo pecado, como pode o pecador satisfazer à divida contraída pelo pecado 552
14. Aqui pedimos perdão e indulgência pelos pecados veniais e mortais 553
15. Não é n o mesmo sentido que dizemos aqui " nossas dívidas ", como pedíamos " p ã o nosso" 553
16. Por que pedimos no plural " perdoai as nossas dívidas" 553
17. Como se devem entender as palavra s: "Assim c o m o nós perdoamos a o s n o s s o s devedores" 553
18. Prova-se que o perdão das ofensas é conforme à lei natural e ao preceito de Cristo 554
19. Por que razões devem o s corações dos homens mover-se à mansidão que Deus exige neste lugar 554
20. Como devemos proceder com aqueles que não podem apagar do coração toda a lembrança das inj ú rias 555
21. Os que ainda conservam desej o s de vingança, podem e devem recitar a Oração Dominical, s e m cometerem nenhum pecado 555
22. Que deve fazer a pessoa desej o s a de que a petição da remissão dos pecados l h e seja frutuosa 556
23. Quais são os principais remédios para curar as chagas da alma 557
Capítulo XV: — Da Sexta Petição
1. Quão grande é o pe rigo d e tornarmos a cair e m pecado, depois de h avermos alcançado a re missão dos pecados 558
2. De que maneira quis Cristo premunir-nos, nesse sentido, contra as insídias do sagacíssimo inimigo 558
3. Por que razões podem os h o m e n s principalmente reconhecer a necessidade desta petição 559
4. A quantos e quão grandes perigos de tentação está exposta a vida dos homens 559
5. Explica-se por uma passagem de São Paulo, q u ã o violentos são os assaltos dos demônios contra nós 560
6. Q u ã o grande é a a u d á c i a e perversidade do d i a b o p a r a tentar 560
7. Por que os demônios tentam menos os maus, e mais os bons 561
8. N ã o está no poder dos demônios tentar os homens, quanto querem, nem o tempo que querem 561.
9. Que significa para nós a expressão "tenta r ", e de que maneira somos tentados por Deus 562
.
10. De que modo o demônio tenta os homens 563
11. De quantos modos pode alguém ser induzido em tentação 563
12. Os benefícios de Deus induzem-nos às vezes em tentação 564
13. Em que sentido devemos interpretar as palavras da Escritura, quando afirmam que Deus tenta os homens 564
14. Nesta parte da oração, não pedimos que sejamos absolutamente livres de qualquer tentação, mas que Deus não nos abandone nas tentações 564
15. Como devemos pedir a auxílio a Deus em n o s s a s tentações 565
16. Como devemos conseguir a vitória nas tentações, e de quem a podemos impetrar 565
17. Em nosso combate, Cristo é o capitão, todos os Santos são nossos companheiros, e quem não os segue é insensato 566
18. De que maneira podemos vencer o demônio 567
19. Como Deus nos dá forças para vencer 567
20. Quais são os prêmios dos vencedores nesse combate espiritual 567
Capítulo XVI. — Da Sétima Petição
1. Nada s e encontra nas petições precedente s, que já não se contenha nesta 568
2. O que n o s impele a fazer, efusivamente, esta petição diante de Deus 568
3. De que maneira devemos pedir a Deus o afastamento de perigos e desgraças 569
4. Quando pedem livramento dos males, os infiéis não o fazem da mesma forma que o s cristãos 570
5. Como por ocasião d e doenças devemos confiar só em Deus, que a muitos já livrou dos perigos mais iminentes 570
6. Que se entende a qui por " mal ", e que é o sentido desta petição 571
7. Quantos e quão grandes são os males, de que pedimos livramento 571
8. Deus afasta os males iminentes, e muitas vezes nos livra milagrosamente dos males presentes 572
9. Aqui, o diabo é chamado "o mau ", porque é o autor do mal do pecado, e instrumento do mal como castigo 573
10. Por que pedimos no singular, e não no plural, que s ej amos livres do mal 573
11. Como devemos porta-nos, nos males, se não formos logo livrados. 574
12. Quantos e quão grandes benefícios nos resultam das tribulações 574
Capítulo XVII. — Da última cláusula da Oração Dominical
1. Qual é o emprego e a utilidade desta partícula 575
2. Quais são os bens que os homens tiram desta oração 575
3. Como é que as orações dos Santos começam no temor, e terminam na alegria 576
4. Em que sentido se emprega aqui no fim esta partícula "amém"; como na Missa sua prolação é reservada ao sacerdote 577
5. Por que nas outras orações é o ministro, e nesta é o sacerdote que responde " amém " 578
6. Quais são as várias traduções da expressão "amém" 578
ANEXOS
I. Praxis concionatoria, ou Temário homilético do Catecismo Romano, distribuído por todas as domingas do ano litúrgico 581
II. Sumário Catequístico 593
III. Índice Esquemático 643
IV: Índice Analítico-Remissivo 673
V. Índice Geral 705