Índice Esquemático
I. Símbolo dos Apóstolos Da fé e do Símbolo da Fé
I. Da fé
1. sua necessidade para a salvação - I I 1.
2. noção - I I 1.
3. graus - I I 1. li. Do Símbolo:
1. finalidade de sua composição - I I 2.
2. nome - I I 3.
3. conteúdo - I I 4.
4. divisão - I I 4.
5. significação de "artigo" - I I 4.
Artigo Primeiro
Creio em Deus Pai, Todo-Poderoso, etc.
I. Sinopse do Artigo:
Creio em Deus, Primeira Pessoa da Santíssima Trindade, por um ato de Suaonipo tência, criou do nada, sustenta e governa todos os seres existentes - I 11 1. li. Significação de "crer" íntima convicção, que exclui toda a dúvida, por causa da autoridade de Deus, que é a própria verdade, e a quem não podemos pedir razões - I 11 2 -3 convicção que se manifesta por uma confissão exterior, em palavra e em obras
- I 11 4.
III. Creio em Deus. Estas palavras mostram a excelência da sabedoria cristã:
1. pois que a fé é superior à ciência. A filosofia dá um conhecimento imperfeito de
Deus. A fé dá um conhecimento mais perfeito dos mais sublimes mistérios, não só aos filósofos e eruditos, mas também aos simples e ignorantes - I 11 5-6.
2. elas mostram outrossim a unidade de Deus: a) prova filosófica - I 11 7. b) prova teológica - I 11 7.
Corolário: " Deuses" na Escritura - I 11 8. c) resumo e transição - I I I 8. rv. O nome de "Pai" designa Deus:
1. como Criador e Governador do mundo - I 11 9.
2. como Pai dos cristãos - I 11 9.
3. como Primeira Pessoa da Santíssima Trindade - I 11 10. a) origem eterna das três Pessoas - I 11 1 0. b) distinção de pessoas, mas igualdade de natureza - I I I 1 0. c) motivo para a paternidade da Primeira Pessoa - I I I 1 0.
d) terminologiaobrigatória - I 11 1 0. e) investigação humilde, sem sutilezas - I 11 1 0. f) frutos desta doutrina - I 11 1 0.
V "Todo-Poderoso", o primeiro dos atributos divinos:
1. Noção: a) O que Deus pode - I 11 I I. b) o que Deus não pode - I 11 1 2.
2. Relação com os demais atributos - I 11 1 3.
3. Frutos desta doutrina: a) confiança em Deus, pela fé e pela esperança - I 11 13. b) humilde e verdadeiro temor - I 11 1 3. c) gratidão - I 11 13.
4. Atribuição ao Pai, por ser fonte e princípio de todas as coisas - I 11 14.
VI. Criador do céu e da terra:
1. A Criação, ato de onipotência, de amor espontâneo, e de infinita sabedoria
- I li 1 5.
2. Descrição da Criação: a) o firmamento - I 11 1 6. b) os Anjos, sua santidade, seus dotes naturais - I 11 1 7.
Corolário: Os anjos maus - I I I 1 7. c) a terra - I II 1 8. d) o homem, dotes de sua alma - I I I 1 9. e) " c é u e terra": a fórmula de Nicéia - I 11 2 0.
3. Conservação e governo de todo o criado - I 11 2 1.
4. Concurso divino - I 11 22.
5. A Criação, obra comum das três Pessoas Divinas - I 11 23.
Artigo Segundo
e em Jesus Cristo, um só Seu Filho, etc.
I. A importância deste Artigo se deduz: - I Ill 1.
1. da desgraça do homem decaído - I Ill 2.
2. da única possibilidade de redenção - I III 3.
3. da promessa positiva de redenção: a) no Paraíso ; b) a Abraão; c) a Jacó; d) aos Profetasem geral - I III 4.
11. Em Jesus Cristo. O Nome de Jesus:
1. Origem do nome - I Ill 5.
Corolário: Os homônimos de Jesus no Antigo Testamento - I III 6.
2. Justeza desse nome - I III 6.
3. Seu aspecto total - I III 6.
III. Significação de "Cristo":
1. No Velho Testamento designava: a) reis ; b) sacerdotes ; c) profetas - I II 11 7.
2. No Novo Testamento. O Redentor foi ungido pelo Espírito Santo: a) como eterno Sacerdote - I Ill 7. b) como sumo Profeta - I III 7. c) como Rei universal, cujo domínio é a Igreja (que em seu grêmio abrange bons e maus) e o mundo inteiro - I Ill 7.
IY. Um só Seu Filho. Jesus Cristo é:
1. Filho de Deus: a) de igual natureza com o Pai e o Espírito Santo; b) gerado desde toda a eternidade; c) consubstanciai ao Pai - I Ill 8.
Corolário: Comparações - I ill 9.
2. Filho do Homem (união hipostática) - I ill 9.
3. Nosso Criador, e nosso irmão - I III 10.
V Nosso Senhor:
1. Jesus, nosso "Senhor" a) como Deus ; b) como Homem, por causa da Redenção e da união hipostáti ca - I ill I I.
2. Nós somos seus escravos pelo compromisso batismal; mas Cristo nos chama de amigos e de irmãos - I UI 1 2.
Artigo Terceiro
O qual foi concebido do Espírito Santo, etc.
I. Importância do Artigo:
1. Explicação do mistério - I IV 1.
2. Modo de união entre as duas naturezas - I IV 2.
11. A Conceição de Cristo:
1. Obra comum das três Pessoas Divinas, mas atribuída ao Espírito Santo de modo particular - I IV 3.
2. Caráter dessa Conceição: a) aspecto natural - I IV 3. b) Aspecto sobrenatural: quanto ao corpo, obra do Espírito Santo; quanto à
Divindade, união hipostática - I IV 4.
Corolários: 1. Maria, Mãe de Deus: quanto à alma, plenitude de dons de graças ; quanto ao corpo, isen ção da má concupiscência - I IV 4.
2. Cristo não é filho adotivo de Deus - I IV 5.
3. Frutos deste Mistério: a) Meditá-lo com frequência; b) não querer esquadrinhá-lo - I IV 6.
III. Nasceu de Maria Virgem:
1. Nasceu: a) para regozij o nosso; b) segundo as profecias - I IV 7.
2.... de Maria Virgem, que é as egunda Eva - I IV 8-9.
3. Figuras deste Mistério - I IV 1 0.
4. Frutos e aplicações: A pregação deste Mistério desperta: a) gratidão; b ) humil dade; c) imitação de Cristo; d) consciência de nossa dignidade; e) obediência à graça; f) desejo de vida nova ; g) perfeita identificação com Cristo - I IV I I.
Artigo Quarto
padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, etc.
I. Importância do Artigo:
Significação do Mistério - I V 11.
11. Realidade dosofrimento de Cristo - I V 2.
III. Porque vem indicada a época da Paixão - I V 3. rv. O instrumento da Paixão:
1- Escolha dosuplício: a) desígnio de Deus; b) meio mais adequado - I V 4.
2- O mistério da Cruz: a) o fato histórico ; b) sinal de salvação ; c) objeto da Providência; d) meios de compreendê-lo: figuras e profecias - I V 5.
V A Morte de Jesus:
1. uma realidade: a) Cristo podia morrer; b) de fato morreu ; c) porque morreu
I V 6.
2. Caráter voluntário de Sua Morte: a) morreu, porque quis, segundo as previsões de Isaías, e as Suas próprias palavras, e isto quanto ao tempo e ao lugar - I V 7. b) não sucumbiu p o r violência alheia, m as p e l a força de Seu próprio amor para conosco - I V 7.
3. Fruto desta consideração - I V 7.
VI. Sepultura de Jesus:
1. Motivos: a) provar a morte real; b) declarar que Deus foi sepultado - I V 8.
2. O fato como tal: a) a glória da incorrupção ; b) em que sentido Deus foi sepulta do - I V 9.
VII. Meditação da Paixão:
1. Quem sofre ? a) o Herdeiro do Universo; b) o Criador e o Sustentador do mundo. Aplicação - I V 10.
2. Por que sofre ? a) pelo pecado original (pecado de Adão e Eva) ; b) pelos crimes de todas as gerações - I V I I.
3. Quem faz sofrer ? a) os pecadores comuns ; b) o s consuetudinários; c) os cris tãos pecadores - I V I I.
4. Por quem foi entregue ? Pelo Pai, e por Si mesmo - I V 11 2.
5. O q u e sofre ? Dores máximas: a ) no corpo (Cruz, algozes, compleição do cor po) ; b) na alma, o maior martírio sem a menor consolação (prelúdio no Horto)
- I V 13.
VIII. Frutos da Paixão:
1. livra-nos do pecado; 2. livra-nos do demônio; 3. satisfaz pelas penas do pecado;
4. reconcilia-nos com Deus ; 5. abre-nos o céu - I V 14.
IX. Valor da Paixão:
1. Satisfação cabal; 2. Sacrifício agradável a Deus; 3. Resgate inigualável - I V 15;
4. Exemplo de virtudes - I V 11 6.
X. Última aplicação - I V 16.
Artigo Quinto
desceu aos infernos, ao tercei ro dia, etc.
I. Importância do Artigo - I VI 1.
11. Significação do Mistério - I VI 1.
III. Desceu aos infernos:
A Explicação verbal:
1. Sentido negativo de "infernos " - I VI 2.
2. Sentido ppositivo - I VI 2.
3. Classificação: a) inferno; b) purgatório ; c) limbo - I VI 3
IV B. explicação real:
1. Descida da alma de Cristo - I VI 4. a) descida gloriosa; b)... outra que a descida dos justos - I VI 5.
2. Finalidade de Sua descida: a) libertar os j ustos - I VI 5. b) dar-lhes bem-aventurança, segundo as profecias; c) confirmar Seu poder divino - I VI 6.
Corolário: A abe rtura do céu - I VI 8.
V. Ressurgiu dos mortos. Significação:
1. Ressuscitou por virtude própria, segundo as profecias, graças à união hipostá tica - l VI 8.
Corolário: A Ressurreição como obra do Pai - I VI 8.
2.... como o primeiro dos homens, de modo perfeito, sem morrer outra vez
- l VI 9.
VI. Ao terceiro dia: 1. Explicação; 2. motivo - I VI 1 0.
VII.... segundo as Escrituras:
1. Importância fundamental da Ressurreição: a) para a nossa fé, que nos distingue dos j udeus e dos pagãos - l VI I I. b)... s endo um ponto capital da pregação de Cristo - I VI I I.
2. Provas desta asserção:
Necessidade da Ressurreição a) para manifestar a justiça divina - I VI I I. b) para consolidar a nossa fé; c) para nutrir a nossa esperança; d) para consumar aobra da Redenção - I VI 1 2.
VIII. Frutos da Ressurreição:
1. Causa de nossa ressurreição corporal e espiritual - I VI 1 3.
2. S e u duplo modelo: a ) vida nova; b ) perseverança na justiça - I VI 1 4.
3. Sinais dessa ressurreição: a) Cristo, centro de nossa vida; b) apreço pelas coisas celestiais - I VI 1 5.
Artigo Sexto
s u b i u aos céus, está s en tado, etc.
I. Importância do Artigo - I VII 1.
11. Explicação. Cristo subiu aos céus:
1. como homem - I VII 1.
2. por virtude própria, como Deus e como Homem - I V I II 2.
III. Está sentado, etc:
1. Necessidade da figura; 2. sua explicação - I VII 3.
IV Avisos práticos (parao pregador e o catequista)
1. Expor o histórico: a) em suas relações com os outros Mistérios ; b) em sua grandeza e sublimidade - I VII 4.
2. Enumerar os motivos da Ascensão: a) dar ao Seu Corpo uma morada gloriosa; b) diligenciar nossa própria glorifi cação; c) mostrar que Seu Reino não é deste mundo; d) elevar ao céu nosso pensamento; e) enviar-nos o Espírito Santo; f) ser nosso Advogado; g) pre parar-nos um lugar - I VII 5-6.
3. Indicar os frutos imediatos: a) aumenta-nos a fé ; b) confirma-nos a esperança; c) espiritualizao nosso amor, e tira-lhe o sabor terreno - ! VII 7-8 0 d) dilata a Sua Igreja aqui na terra - I VII 90
4. Aplicação prática - I VII 9o
Artigo Sétimo
donde há de v i r a j u lga r; etc.
I. Significação do Artigo:
1. O triplice ministério de Cristo - I VIII 1.
2. O "Dia do Senhor": a) sua realidade; b) obj eto de nossa esperança - I VIII 2 o li. Exp licação:
1. dois Juízos: a) Particular; b) Universal - l VIII 3o
2. Motivos parao Juízo Universal: a) abrir todas as consciências ; b) reabilitar os j ustos caluniados pelo mundo; c) responsabilizar também o corpo pela parte que lhe toca; d) justificar a Providência de Deus ; e) alentar os justos e aterrar os maus - I VIII 4o
3. O Juiz - I VIII 5o
Porque será Cristo Nosso Senhor - I VIII 60
4. Sinais que precedem ao Juízo Final - I VIII 7 o
5. O julgamento: a) asentença dos bons - I VIII 8 0 b ) asentença dos maus, a pena de dano e a dos sentidos - I VIII 9o
III. Frutos destas verdades. Obrigação de pregá-las: a) para conversão do pecador; b) para perseverança do justo - I VIII 10.
Artigo Oitavo
Cre i o no Espírito Santo
I. Sentido e importância do Artigo:
1. necessidade de conhecer o Espírito Santo - I IX 1 0
2. fruto desse conhecimento - I IX 1. li. A Pessoa do Espírito Santo:
A Explicação verbal: Nome: a) significação; b) testemunhos bíblicos - I IX 2 ; c) nome comum, por não haver outro adequado - I IX 3 o
8. Explicação real:
1. verdadeiro Deus, igual ao Pai e ao Filho:
Provas da Escritura: a) Atos dos Apóstolos; b) São Paulo; c) Isaías ; d) a fórmula do Batismo; e) São João Evangelista; f) doxologia litúrgica; g) apli cação de atributos divinos - I IX 4o
2. Terceira Pessoa da Santíssima Trindade:
Doutrina de Nicéia: a) o " Senhor" ; b) o "Vivificador" - I IX 5o c) "procedente" do Pai e do Filho - I IX 60
Corolários: 1. O Espírito do Pai; 2. O Espírito de Cristo - I IX 60
III. Efeitos do Espírito Santo: lo Operaçõesem geral - I IX 7 o
2. Operaçõesem particular: a) vivificação espiritual; b) distribuição de dons (ad vertência de Santo Agostinho) ; c) infusão da graça santificante - I IX 8o
Artigo Nono
creio na Santa Igreja Cató l ica, etc.
I. Importância do Artigo:
1. sua ignorância leva ao e rro; 2. seu conhecimento p reserva de heresia. 3. rela ção deste Artigo com o anterior - I IX 1. li. A Explicação verbal:
1. designações de "ecclesia": a) assembléia; b) comunidade cristã; no sentido de
" convocação", para conhecimento e posse das coisas eternas - I X 2-3.
2. Outras designações: a) Casa de Deus ; b) rebanho de Cristo; c) esposa de Cristo; d) Corpo Místico de Cristo - I X 4.
III. B. Explicação real. Partes da Igreja:
1. Igreja triunfante - I X 5.
2. Igreja militante, composta de bons e maus, conforme requer a sua p rópria finalidade, como instituto de salvação, mas sem nivelar uns e outros (figuras e parábolas da Sagrada Escritura) - I X 5-7.
Corolário: Os que não pertencem à Igreja - I X 8.
3. Igrejas parciais: a) cristãndades ; b) famílias cristãs ; c) Igreja docente e discen te - I X 9.
IV Caracteres da Igreja:
1. unidade intrínseca e extrínseca, garantida: a) pelo Papado - I X 10-I I.
Corolário: Jesus Cristo e o s chefes visíveis da Igreja - I X I I. b) pela ação do Espírito Santo ; c) pela identidade de vocação, de esperança e de Batismo - I X 1 2.
2. santidade: a) porque dedicada e cons agrada a Deus - I X 1 3.
Corolário: Os pecadores no s e i o da Igreja - I X 13. b) porque é o Corpo Místico de Cristo; c) porque tem os meios de santificação
- I X 13.
3. catol icidade: a) porque abrange todos o s homens, lugares e tempos ; b ) é neces sária para todos - I X 14.
4. apostolicidade: a) no magistério; b) no governo - I X 15.
5. infalibilidade - I X 1 6.
V Figuras da Igreja: 1. A Arca de Noé; 2. a Cidade e o templo de Jerusalém - I X 1 7.
VI. O Mistério da Igreja: 1. Aspecto mais negativo - I X 1 8 ; 2. Aspecto mais ppositivo
I X 19.
Corolário: Modo de exprimir este Mistério - I X 20.
VII. A Comunhão dos Santos:
1. É a mira de todos os Artigos do Credo - I X 2 1.
2. Abrange: a) a comunhão dos S acramentos ; b)... de todas as boas obras ; c)... das graças gratuitas ; d)... das obras de caridade em particular - I X 22-25.
Corolário: 1. Comparações da Escritura - I X 23.
2. O membros mortos da Igreja - I X 24.
3. O presente Artigo amplia a doutrina da Igreja - I X 25.
Artigo Décimo
a remissão dos pecados
I. Importância do Artigo: I XI I.
II. Conteúdo. A Igreja: 1. tem o poder de perdoar pecados - I XI I.
2. e exerce-o: a) n o Batismo; b) n a Penitência - I XI 2.
III. Na Penitência, esse poder é:
1. ilimitado quanto aos pecados, e quanto ao tempo - I XI 3.
2. limitado quanto ao ministro, e quanto à forma - I XI 4.
IV Sublimidade deste poder: 1. Vem daonipotência de Deus - I XI 5.
... conforme ensinam os Santos Padres - I XI 6. a) é conferido a Cristo ; b) e aos Seus representantes visíveis - I XI 7.
1. é eficaz pelo S angue de Cristo - I XI 8.
2. Reabre-nos o Céu - I XI 9.
V Exortação parao uso freqüente da Confissão, mas sem presunção nem temerida de - I XI IO.
Artigo Undécimo
a ressurreição da carne
I. Importância do Artigo, segundo a Bíblia - I XII I.
II. Sentido do termo "carne": 1. realça a imortalidade da alma; 2. refere-se ao homem todo; 3. rebate a heresia de Himineu e Fileto - I XII 2.
III. Provas da ressurreição: 1. fatos bíblicos e históricos ; 2. testemunhos bíblicos
- I XII 3; 3. imagens e comp arações - I XII 4.
4. razões filosóficas: a) correlação entre corpo e alma; b) postulado da justiça divina; c) postulado da felicidade perfeita - I XII 5.
IV Âmbito da ressurreição. Ela abrange:
1. todos os homens, bons e maus; 2. todos os homens de todos os tempos - I XII 6.
Corolário: Como morrerão os últimos homens - I XII 6.
V Efeitos da ressurreição:
1. Ressurge o mesmo corpo: a) doutrina de São Paulo; b) uma definição de São
João Damasceno; c) razões de equidade - I XII 7-8.
2. ressurge com integridade de membros: a) aperfeiçoados; b) restaurados - I XII 9.
Corolário: A reintegração corporal, um tormento paraos maus - I XII 9.
VI. Dons do corpo ressuscitado:
1. Imortalidade para todos, como fruto da vitória de Cristo - I XII I O.
2. Imortalidade paraos Santosem particular: a ) impassibilidade; b ) claridade; c) agilidade; d) sutileza - I XII I I.
VII. Frutos e aplicações:
1. Gratidão para com Deus; 2. consolo no sofrimento, e na morte de entes queri dos - I XII I 2 ; 3. pureza de vida - I XII I 2.
Artigo Duodécimo
a vida eterna
I. Importância do Artigo - I XIII I.
II. A Explicação verbal: Vida eterna:
1. perpetuação da bem-aventurança.. 2. que não cons iste em bens materiais
.
- I XIII 2-3.
Corolário: Em que sentidosomos felizes na terra - I XIII 3.
3. que jamais pode perder-se - I XIII 3.
4. sendo um dom incompreensível...
5. que a línguagem humana não pode exprimir adequadamente - I XIII 4.
III. B. Explicação real:
1. Definição: a) isenção de todo o m a l ; b ) posse de todos os bens - I XIII 4.
2. Os bens da glória. Divisão - I XIII 5. a) bens essenciais: visão e posse de Deus - I XIII 6.
... visão e posse que nos divinizam - I XIII 7.
1.0 corolário: A luz da glória - I XIII 8.
2. o corolário: U m a comparação - I XIII 9. b) bens acidentais: estima de Deus e dos co-eleitos ; acumulação de todas as alegrias ; banquete celestial; veste nupcial; mansão celeste - I XIII 10-I I.
IV Necessidade de nossa cooperação:
1. Obras de caridade; 2. prática da fé; 3. uso salutar dos Sacramentos - I XIII 1 2.
11. Doutrina dos S acramentos Dos Sacra m e n tosem ge ral
I. Importãncia dos Sacramentos - 11 I 1.
11. A Explicação verbal: 1. sentido profano; 2. sentido religioso genérico; 3. sentido religioso específico, de origem patrística - 11 I 2.
III. B. Explicação real: Noção dos Sacramentos - 11 I 3.
1. sinal sacramental... - I I I 4. designativo de um efeito interior, documentado pelas Escrituras, como prova da bondade divina - 11 I 5. não é: a) sinal natural; b) nem convencional; c) mas instituído por Deus; d) com força de produzir o que simboliza - 11 I 6.
2. A "coisasagrada" por ele designada: a) santificação da alma, mediante a qual quer Sacramento - 11 I 7-8. b) a Paixão de Cristo, como causa eficiente de todasantidade - 11 I 8.
3. Motivos parase instituir os Sacramentos: a) fraqueza do espírito humano; b) maior confiança nas promessas divinas; c) pronta medicação da alma, pela Paixão de Cristo; d) senha e divisa para distinguir os fiéis ; e) profissão pública da fé; f) aumento do amor ffraterno; g) repressão do orgulho humano - 11 I 9.
IV Componentes essenciais dos Sacramentos: Matéria e forma - 11 I 1 0.
1. necessidade de sua junção - 11 I I I.
2. infalibilidade de seu efeito - 11 I 12.
V. Cerimônias sacramentais: 1. razão de ser; 2. obrigação de explicá-las - 11 I 1 3.
VI. Número dos Sacramentos: 1. razão de serem sete ; sua enumeração - 11 I 1 5.
VII. Diferença dos Sacramentos: 1. quanto à necessidade; 2. quanto à dignidade - li I 16.
VIII. Ministro dos Sacramentos:
1. o Ministro Divino - 11 I 17.
2. o ministro humano - 11 I 18. que representa Cristo - 11 I 19.
Corolário: O ministro indigno - 11 I 19.
3. Deveres do ministro: Sanctasancte - 11 I 20.
IX. Efeitos dos Sacramentos:
1. graça santificante - 11 I 2 1.
Evidenciada à s vezes por milagres - 11 I 22.
Corolário: Os Sacramentos da Antiga Lei - ll I 23.
2. Caráter indelével a) próprio de 3 Sacramentos - 11 I 24. b) sua dupla finalidade - 11 I 25.
X. Escopo da catequese sobre os Sacramentos - 11 I 26.
Do Batismo
I. Preâmbulo: 1. Importância desta doutrina - 11 11 1.
2. Necessidade de explicá-la amiúde - 11 11 2. li. A Explicação verbal: 1. O termo "Batismo" - 11 11 3.
2. Outras designações, segundo os Santos Padres - 11 I I 4.
B. Definição real - 11 11 5.
Ill. Elementos constitutivos do Batismo - 11 11 6. rv. Matéria remota: 1. Água natural - 11 11 7.
Corolário: O Batismo na água e no Espírito Santo - 11 11 8.
2. Figuras e profecias da á gu a batismal - I I I I 9.
3. Motivos parase escolher a água - 11 II 1 0.
4. U s o de água consagrada - I I 11 I I.
V. Forma do Batismo - 11 ll 12.
1. teor da forma: a) sua explicação ; b) a fórmula grega - li ll 13-14.
2. o Batismo em nome de Cristo: a) o fato histórico; b) sua interpretação - ll ll 15-16.
VI. A ablução, como matéria próxima - 11 11 1 7.
1. número ; 2. modo de ablução - 11 11 1 8 - 1 9.
VII. Instituição do Batismo:
1. Época da instituição - 11 11 20.
2. Época da lei universal do Batismo - 11 11 2 1.
3. Fruto desta explicação - 11 11 22.
VIII. Ministros do Batismo: 1. ordinários (bispos e sacerdotes) ; 2. extraordinários (diá conos) ; 3. de emergência (todos os homens) - li 11 23.
4. j erarquia entre os vários ministros - 11 11 24.
IX. Padrinhos: 1. necessidade; 2. o rigem dessa praxe - 11 11 25.
3. laços espirituais - 11 11 26.
4. obrigações - 11 11 27.
5. escolha - 11 11 28.
6. número - 11 11 29.
X. Suj eito do Batismo - 11 11 30.
1. Infantes: a) provas do batismo de crianças; b) provas da catequese às mesmas
- n n 31.
Corolário: A que título de fé são batiza das as crianças - 11 11 32. c) época de batizá-las - 11 11 33.
2. Adultos. Seu Batismo: a) pressupõe catequese, durante algum tempo - 11 11 34. b)... mas com alguma demora, para melhor seleção, melhor instrução, maior decoro do Sacramento - 11 ll 35.
Corolário: Casos excepcionais - ll ll 36.
XI. Disposições dosuj eito: 1. Intenção de batizar-se - 11 11 37.
2. fé; 3. contrição e propósito - 11 11 39.
Corolário: Batismo em más disposições - ll ll 39.
4. Conseqüências para a vida cristã - 11 ll 40.
XII. Efeitos do Batismo:
A Isenção de males:
1. perdão de todos os pecados - 11 11 4 1. embora remanesça a concupiscência, o s pecados são totalmente extintos
- ll ll 42-43.
2. remissão de todas as penas dos pecados pessoais - ll 11 44.
Corolário: As penas civis de algum pecado - ll 11 45.
3. remissão das penas do pecado original após a morte - ll ll 46.
Mas não dos sofrimentos desta vida: a) porque Cristo os quis tolerar; b) porque nos dão ocasião de virtude, como aconteceu aos Israelitas ; c) porque excluem, nos neófitos, motivos ignóbeis - ll ll 47. d) porque o cristão tem consolo no sofrimento - 11 ll 48.
B. Dotação de bens: 1. G raçasantificante - 11 11 49.
2. Virtudes infusas - 11 11 50.
3. Inserção no Corpo Místico de Cristo - 11 ll 5 1.
Corolário: Razão das lutas n o cristão - 11 ll 52.
4. Impressão do caráter batismal - 11 ll 53.
Corolário: O Batismo não pode ser reiterado - 11 11 54.
... senão condicionalmente - 11 11 55.
... em dúvida positiva de sua validade - 11 11 56.
5. Direito ao Céu - 11 11 57.
XIII. Cerimônias batismais:
1. Valor das cerimôniasem geral - 11 11 58.
2. Sentido das cerimônias batismais - ll 11 59. a) Antes do acesso à pia batismal: Bênção da água - ll 11 60. chegada do batizando - 11 11 6 1. p rimeiro escrutínio - 11 11 62. ou catequese - 11 11 63. exorcismos - n n 64. imposição dosal - 11 11 65. sinal da Cruz - 11 11 66. insalivação - n n 67. b) Na pia batismal: promessas do Batismo, profissão de fé - 11 11 68. ato do Batismo - 11 ll 69. c) Após o Batizado: unção com o Crisma - 11 11 70. imposição da túnica - 11 11 7 1. a vela acesa - 11 11 72.
XIV Nome de Batismo - 11 11 73.
XV. Frutos desta i nstrução - ll 11 74.
Da Confirmação
I. Necessidade desta instrução - 11 III 1.
II. Explicação etimológica - 11 III 2.
III. A Crisma, verdadeiro S acramento: 1. Doutrina dos Papas - 11 I II 3.
2. Doutrina dos Santos Padres - 11 III 4.
IV Sacramento diverso do Batismo:
1. pela graça e matéria específica - 11 I II 5.
2. pela definição formal da Igreja - 11 III 6.
V. Instituição por Cristo - 11 III 6.
VI. Matéria: 1. A matéria em si - 11 III 7.
2. Seu simbolismo: a) o azeite doce - 11 III 8. b) o bálsamo - 11 m 9.
3. Suasagração - 11 III 1 0.
VII. Forma. 1. S e u teor - 11 III I I.
2. Seu sentido - 11 III 1 2.
VIII. Ministro ordinário: 1. O bispo - I III 13.
2. Razão dessa exclusividade - 11 I II 1 3.
IX. Padrinho - I III 14.
X. Suj eito da Crisma: 1. Todos os cristãos - 11 I II 1 5; parase aperfeiçoarem no Espírito de Cristo - 11 I II 16.
2. Idade - 11 II1 17.
3. Preparação: a) confessar-se; b) estar em jejum, s e for possível - 11 III 18.
XI. Efeitos: 1. produz uma graça nova; 2. aperfeiçoa a graça do Batismo - 11 III 19.
Corolário: A Crisma não é uma ratificação do Batismo - 11 I II 20.
3. Faz crescer espiritualmente - 11 I II 20.
Corolário: Exemplo dos Apóstolos - 11 III 2 1.
4. Imprime um caráter indelével - 11 I II 22.
XII. Ritos e cerimônias: 1. Unção na testa - 11 I II 23.
Corolário: O dia de Crisma por excelência - 11 I II 24.
2. Pancada na face - 11 I II 25.
3. Ó sculo de paz - 11 I II 25.
Da Eucaristia
I. Importância desta matéria - 11 IV 1.
II. Histórico da Instituição - 11 IV 2.
III. Nomes deste Sacramento: 1. Eucaristia - 11 IV 3.
2. Sacrifício; 3. Comunhão; 4. S acramento da p a z e do amor - I I IV 4.
5. Viático; 6. Ceia - 11 IV 5.
Corolário: Jejum eucarístico - 11 IV 6.
A A Eucaristia como Sacramento:
IV Um dos sete S acramentos:
1. Prova - 11 IV 7 ; 2. Sinal sacramental - 11 IV 8.
3. Diferença dos outros Sacramentos: a) permanência no tempo; b) transubstanciação - 11 IV 9.
4. Unidade sacramental; 5. Significadosacramental - 11 IV 10. a) memorial da Paixão de Cristo ; b) colação da graça; c) penhor da eterna glória - 11 IV I I.
I I I.
V Matéria: 1. Pão de trigo puro - 11 IV 12. em geral, não fermentado, segundo o exemplo de Cristo - 11 IV 1 3.
... mas não como condição essencial - 11 IV 14.
2. Vinho de uva puro - 11 IV 1 5.
Corolário: A mistura de água - I I IV 1 6.
... em pequena quantidade - 11 IV 1 7.
3. Simbolismo da matéria - 11 IV 1 7. a) Cristo, vida da alma; b) transubstanciação; c) renovação de nossa alma; d) Corpo Místico da Igreja - 11 IV 1 8.
VI. Forma: 1. Para a consagração do Pão: a) Doutrina apostólica; b) doutrina dos Santos Padres e dos Concílios ; c) demonstração filosófica - 11 IV 19.
Corolário: Termos concomitantes da forma - 11 IV 20.
2. Para a consagração do Vinho: a) teor das palavras - 11 IV 2 1 ; b) seu s entido profundo - 11 IV 22; c) sua explicação mais ampla - 11 IV 23-24.
VII. Dogmas eucarísticos: Mistério supra-sensível - 11 IV 25.
Três efeitos da Consagração:
L Presença real do Corpo e Sangue de Cristo: a) Palavras de Nosso Senhor e dos Apóstolos - 11 IV 27. b) Doutrina da Igreja, através dos Santos Padres - 11 IV 28.
... e das definições dos Concílios - 11 IV 29. c) Sublimidade dessa presença - 11 IV 30. d) Presença de Cristo total - 11 IV 31.
... em virtude do Sacramento, ou por concomitãncia - 11 IV 32.
Corolário: A Consagração em duas espécies - 11 IV 33. e) Presença de Cristo em cada uma das espécies - 11 IV 34.
2. A cessação das substâncias do pão e do vinho, uma conseqüência da presença real - 11 IV 35. a) a respectiva doutrina da Igreja nas Escrituras - 11 IV 36.
... e nos Santos Padres - 11 IV 37.
Corolário: O " Pão Eucaristico" - 11 IV 38. b) Explicação deste Mistério. Conversão total dasubstância, que pela doutri na dos Santos Padres - 11 IV 39.
... se chama "transubstanciação" - 11 IV 40.
Corolário: Não esquadrinhar o como da transubstanciação, nem da presen ça total em cada partícula de pão; não tomá-la como presença local, mas substancial - 11 IV 4 1 -42
3. Subsistência das espécies, sem a sua própriasubstância - 11 IV 43.
4. Motivos e vantagens dessasubsistência - 11 IV 44.
VIII. Valor e efeitos da Eucaristia:
L Fonte de todas as graças - ll IV 45.
2. Efeitos como alimento espiritual: a) Viver mediante Cristo (graça santificante) - 11 IV 46-47.
Corolário: A Eucaristia pressupõe a graça primeira - 11 IV 48. b) Fortalecimento da alma, e gosto pelas coisas divinas - 11 IV 49. c) Extinção das faltas veniais - 11 IV 50.
d) Preservação de pecados mortais - 11 IV 5 1. e) Moderação da m á concupiscência - 11 IV 5 1. t) penhor da vida eterna -11 IV 52.
Corolário: Sugestões parao sacerdote - 11 IV 52.
IX. Sujeito da Eucaristia:
1. Três modos de comungar: a) Comunhão indigna; b) Comunhão espiritual; c) Comunhão digna e sacra mental - ll IV 53.
2. Preparação para a Comunhão Sacramental: a) necessidade; exemplo de Cristo ; motivos psicológicos; comparação da Bí blia - 11 IV 54. b) preparação da alma: fé inabalável, sincera caridade, prévia Confissão dos pecados mortais, sentimentos de humildade - ll IV 55. c) Preparação do corpo: j ejum natural, abstenção do Matrimônio - 11 IV 56.
3. Freqüência da Comunhão: a) Desobriga de Páscoa - 11 IV 57. b) Comunhão freqüente, até diária - 11 IV 58.
Corolário: Histórico da recepção da Comunhão - 11 IV 59.
4. Comunhão das crianças - II IV 60-6 1.
5. Comunhão dos dementes - I I IV 62.
6. Comunhão em ambas as espécies: A proibição e suas razões - 11 IV 63-64.
X. Ministro da Eucaristia:
1. O sacerdote - 11 IV 65.
Corolário: Leigos não podem tocar nos vasos sagrados - II IV 65.
2.... até o sacerdote que fosse indigno - 11 IV 66.
B. A Eucaristia como Sacrifício:
XI. Valor e utilidade do S acrifício da Missa:
1. muito agradável a Deus - 11 IV 67.
2. muito proveitoso aos homens ; 3. renovao Sacrifício da Cruz - 11 IV 68.
XII. Diferença entre Sacramento e Sacrifício - 11 IV 69.
XIII. Doutrina da Igrejasobre o Sacrifício da Missa:
1. Sacrifício instituído por Cristo - 11 IV 70.
2.... oferecidosó a Deus - 11 IV 7 1.
3. provas desta doutrina: a) Palavras de Cristo e dos Apóstolos - I I IV 72 ; b) figuras e oráculos do Velho Testamento - 11 IV 73. xrv. Unidade entre Sacrifício da Cruz e do Altar:
1. quanto à oferta - II IV 74; 2. ao oferente - 11 IV 75; 3. ao efeito do Sacrifício
- 11 IV 76;... paraos vivos e os defuntos - 11 IV 77-78
XV. Cerimônias da Miss a - ll IV 79.
Da Penitência
I. Necessidade de uma ampla explicação: 1. por ser um Sacramento de recepção freqüente ; 2. por ser a "segunda tábua de salvação" - 11 V 1. li. Espécies de penitência:
1. Sentido impróprio. 2. Sentido próprio; a) penitê nciasem relação com Deus; b) penitência por egoísmo; c) penitência por amor a Deus - 11 V 2.
3. Sentido figurado: Penitência de Deus - I I V 2.
4. Apreciação moral dessas espécies de penitência - ll V 3.
III. A penitência como virtude:
A - Penitência interior, ou arrependimento: l. Noção - 11 V 4.
Corolário: Sem fé, não há penitência - 11 V 5.
2. Ela constitui uma virtude, porque regulao arrependimento - 11 V 6. a) extinguindo o pecado; b) s atisfazendo pela culpa; c) reconciliando com
Deus - II V 7.
3. Seus graus psicológicos - 11 V 8.
4. S e u grande valor - I I V 9.
B. - Penitência exterior: rv. A Penitência como Sacramento: l. Por que Sacramento? Para dar certeza do perdão, pelo Sangue de Jesus Cristo
- li V 1 0.
2. Provas dasacramentalidade: a) Verdadeiro Sacramento - I I V I I. b)... que se pode reiterar - 11 V 1 2.
V. Matéria e forma: 1. Matéri a - 11 V 1 3.
2. Forma: a) seu teor; b ) seu efeito - I I V 14.
Corolário: A Contrição Perfeita -11 V 15.
3. Confronto com os Sacramentos da Antiga Lei - 11 V 1 6.
Vl. Cerimônias: l. Posição do penitente; 2. posição dosacerdote; 3. modo de acusação - li V 1 7.
VIL Efeitos da Confissão: l. G raça e amizade de Deus ; 2. Perdão das mais graves faltas - 11 V 1 8.
Corolário: Quando, e p o r q u e não h á perdão - I I V 19.
3. Necessidade da penitência - 11 V 20.
Vlll. Partes integrantes da Confissão: l. Explicação - 11 V 2 1 ; 2. razão de ser dessas partes - 11 V 22.
IX. Contrição: 1. Noção - 11 V 23. a) conceito de "dor" - 11 V 24. b) conceito de "detestação" - 11 V 25. c) outras designaçôes - 11 V 26.
2. Qualidades da Contrição: a) suma, como ato de caridade, como ódio absoluto ao pecado, sem nenhuma restrição - 11 V 27. b) sincera, embora não sensível - n V 28.
Corolário: Valor das lágrimas - 11 V 28. c) geral, ou universal - 11 V 29.
Corolário: Motivos de confiança - 11 V 30.
3. Recapitulação: Elementos constitutivos da contrição: a) detestação dos pecados; b) intenção de confessar e satisfazer - ll V 3 1 ; c) propósito de emenda; d) intenção de reparar e restituir - li V 3 1 -32; e) perdão das inj úrias - 11 V 33.
4. Importância da contrição - 11 V 34.
5. Prática da Confissão: a) exame diário de consciência, desej o de confessar e satisfazer, ódio extremo ao pecado - 11 V 35.
X. Confissão ou acusação: l. G rande utilidade: a) perdão dos pecados - 11 V 36.
Pelo poder das chaves conferido à Igreja - 11 V 37. b) emenda de vida - 11 V 37. c) bem-estar e segurançasocial - 11 V 37.
2. Noção da Confissão - 11 V 38.
3. Instituição por Cristo: a) momento histórico - 11 V 39. b) argumento bíblico - 11 V 40. c) argumento filosófico - 11 V 4 1. d) doutrina do Tridentino e dos Santos Padres - I I V 4 1.
4. Cerimônias instituídas pela Igreja - I I V 42.
5. Obrigação da Confissão: a) Ordem do Salvador, expressa pelo poder das chaves, provada por Santo
Agostinho e Santo Ambrósio - 11 V 43. b) Idade obrigatória para confessar; c) Confissão anual - 11 V 44. d) Confissão em perigo de vida - 11 V 45.
6. Propriedades da acusação. Ela deve ser: a) completa e determinada, de todos os pecados (segundo a doutrina da Igre· ja e dos Santos Padres), e de todas as circunstâncias que mudam a espécie de pecado - 11 V 46-4 7.
Corolário: Omissão voluntária e involuntária de pecados - 11 V 48-49 b) singela e franca - li V 50. c) discreta e reverente - li V 5 1. d) secreta - li V 52. e) freqüente - 11 V 53.
XI. Ministro da Confissão: Sacerdote jurisdicionado.
1. Necessidade de jurisdição ordinária - 11 V 54.
... ou delegada - 11 V 55.
2. Ciência e discrição - 11 V 56.
3. Sigilo sacramental - n V 57.
4. Avisos Práticos: Como tratar: a) penitentes indispostosem geral; b) arrependi dos ; c) presunçosos ; d) não sinceros ; e) desatentos e ignorantes - 11 V 58.
Corolário: Pecados esquecidos - 11 V 58.
XII. Satisfação: 1. Noção e graus: a) satisfação de Cristo; b) satisfação canônica; c) satisfação particular; d) sa tisfação sacramental - 11 V 60.
2. Necessidade: a) Doutrina da Igreja e da Bíblia - li V 6 1. b) Exigência da j ustiça e da bondade divina - l i V 62. c) Reparação à Igreja escandalizada - 11 V 62. d) Escarmento do próximo - 11 V 63. e) Valor satisfatório da Paixão de Cristo - 11 V 64. f) Guarecimento da alma - 11 V 65. g> Preservação dos castigos divinos - 11 V 66.
3. Requisitos para asatisfação: a) da parte de Cristo - ll V 67.
... sem apoucar a Sua Obra Redentora - 11 V 68. b) da parte do homem - 11 V 69.
4. Espécies de satisfação:
I I I.
a) as escolhidas por homem: oração, jejum, esmola - 11 V 70. b) as enviadas por Deus - 11 V 7 1. c) ambas as espécies são aplicáveis ao próximo, em virtude da Comunhão dos
Santos, mas com certa restrição - 11 V 72.
XIII. Obrigações dosacerdote antes de absolver:
1. insistir nas devidas restituições - 11 V 73.
2. impor uma penitência j usta e adequada: Orações, obras de reparação, peni tências públicas - 11 V 74.
Da Extrema-Unção
I. Extrema-Unção e lembrança da morte - li VI 1. li. Razão do nome - II VI 2.
III. Verdadeiro Sacramento - II VI 3. rv. Um Só S acramento - II VI 4.
V Matéria e forma - II VI 4.
1. Matéria: azeite doce, sagrado p e l o bispo - I I V I 5.
2. Forma: Umasúplica - II VI 6. a) motivo da deprecação; b) outras orações concomitantes - II VI 7.
VI. Instituição por Cristo: 1. Fato bíblico; 2. Testemunho dos Santos Padres - 11 V 8.
VII. Suj eito: l. não os sadios ; 2. m as só os doentesem perigo de vida, c o m possível lucidez de espírito ; 3. não os sãos, que vão entrar em perigo de vida; 4. não os dementes, nem os infantes - II VI 9. 5. ungem-se só os órgãos dos sentidos - II VI
1 0 ; 6. repete-se a Extrema-Unção, todas as vezes que aparecer novo perigo de vida
- li VI I I ; 7. disposições dosuj eito: a) isenção de pecado mortal; b) fé e confiança
- li VI 1 2.
VIII. Ministro: O sacerdote, por sinal que o próprio pároco, em nome de Cristo - II VI 13.
IX. Efeitos: 1. perdão dos pecados ; 2. coragem e confiança na hora da morte; 3. força contrao espírito maligno; 4. recuperação da saúde corporal, segundo os desígnios de Deus - II VI 14.
Da Ordem
I. Tríplice vantagem de se explicar este Sacramento: a) paraos pastores ; b) paraos candidatos ao sacerdócio ; c) paraos fiéisem geral - 11 VII 1. li. A sublime dignidade sacerdotal - 11 VII 2.
III. A vocação sacerdotal:
1. Chamamento de Deus - 11 VII 3.
2. Disposições de quem é chamado: a) não ter intenções indignas (ganância, ambição, etc.) ; b) ter santa e reta intenção - II VII 4.
3. Chamamento só paraos que querem consagrar-se ao ministério da Igreja - II W 5. rv. O poder sacerdotal - 11 VII 6.
1. O poder de Ordem em particular - 11 VII 7.
2. Sublimidade desse poder: a) superior ao sacerdócio natural; b) superior ao sacerdócio judaico - 11 VII 8.
V A Ordem, um Sacramento:
1. Nome - 11 VII 9 ; 2. um verdadeiro Sacramento - 11 VII 10; 3. os vários graus de
Ordem - 11 VII I I ; 4. seu número setenário - 11 VII 1 2 ; 5. sua classificação
- li VII 12.
VI. Ordens Menores:
1. Cerimônia preliminar da Tonsura - li VII 13. a) proporçôes da Tonsura; b) simbolismo: coroa de espinhos, coroa régia; sinal de perfeição - 11 VII 14.
2. Ostiariado - li VII 1 5.
3. Leitorado - li VII 1 6.
4. Exorcista do - I I VII 1 7.
5. Acolitado - 11 VII 1 8.
VII. Ordens Maiores:
1. Subdiaconato: a) função ; b) obrigação de celibato - li VII 19.
2. Diaconato: a) função - li VII 19; b) escolha dos candidatos - li VII 2 1.
3. Presbiterato: a) Nome - li VII 22; b) sacerdócio interno; c) sacerdócio externo - li VII 23; d) função - li VII 24.
VIII. Graus dosacerdócio: 1. simples sacerdotes; 2. bispos ; 3. arcebispos; 4. patriarcas;
5. o Papa, bispo de Roma - 11 VII 25.
IX. Ministro da Ordem: O bispo - 11 VII 26.
Corolário: Poderes dos abades monásticos - li VII 26.
X. Sujeito:
1. Necessidade de seleção - 11 VII 27.
2. Qualidades dos candidatos: a) santidade de vida - 11 VII 28; b) instrução ade quada - 11 VII 29.
3. Irregularidades ou impedimentos de Ordenação - 11 VII 30.
XI. Efeitos sacramentais: 1. graça de estado; 2. poder sobre o Santíssimo Sacramento;
3. impresso do caráter indelével - li VII 3 1.
D o Matrimônio
I. Importância: 1. da virgindade; 2. do Matrimônio; 3. doutrina de São Pedro e São
Paulo - 11 VII 1. li. Noção do Matrimônio: 1. Nome - II VII 2.
2. Definição real - li VII 3.
UI. O Matrimônio, como instituição juridica:
1. Consentimento, causa eficiente do Matrimônio - 11 VII 4. a)... exp resso em palavras de presente - 11 VII 5. b)... de caráter irrevogável - 11 VIII 6. c)... expresso também por acenos ou s inais - li VIII 7.
2. O vínculo matrimonial não depende, posteriormente, do comércio carnal
- III VII 8.
IV O Matrimônio, como instituição natural - 11 VIII 9.
1. Instituição por Deus - li VIII 10. a) como união indissolúvel - li VIII I I. b) imposta ao gênero humano como tal, e não ao indivíduo em particular
- III VII 12.
2. Razôes de ser do Matrimônio: a) auxílio mútuo; b) criação da prole, como único fim primário ; c) remédio da concupiscência - 11 VIII 13-14.
Corolário: Critérios acidentais - 11 VIII 14.
V. O Matrimônio, como Sacramento:
1. Finalidade - 11 VIII 15.
2. Prova do caráter sacramental: a) Doutrina de São Paulo - II VII I 16; b) interpretação dos Santos Padres e da Igreja - III VII 17.
3. Excelência do Matrimônio Sacramental - III VII 1 8. E l e exclui: a ) a poligamia - I I VIII 1 9. b ) o divórcio perfeito - I I VIII 2 0.
4. Vantagens da indissolubilidade, em particular - I I VIII 2 1.
Corolário: O dever de reconciliação - 11 VIII 22.
VI. Os bens do Matrimônio: 1. A prole - 11 VIII 23; 2. fidelidade e santo amor - 11 VIII
24; 3. indissolubilidade - 11 VIII 25.
VII. Deveres dos cônjuges: 1. do marido; 2. da mulher - 11 VIII 26-27.
VIII. Legislação matrimonial: 1. Forma legítima - 11 VIII 29.
2. Impedimentos matrimoniais - 11 VIII 30.
IX. Preparação parao Matrimônio: 1. Pureza e piedade; 2. obediência aos pais - 11 VIII
3 1-32.
X. Uso do Matrimônio: 1. Espiritualizar as relações conj ugais; 2. saber conter-se, quando útil ou necessário - 11 VIII 33-34.
III. Doutrina dos Mandamentos
Generalidades sobre o Decálogo
I. Importância do Decálogo - I II I 1.
1.... no púlpito ; b) n o confessionário - I II I 2.
II. Motivos para a suaobservância:
1. Autoridade de Deus: a) O Legislador é Deu s ; b)... Todo-Poderoso; c)... que quer a nossa salvação - I II I 3-5.
Corolário: A promulgação da Lei no Monte Sinai - I II I 6.
2. Facilidade dos Mandamentos: a) Força do amor; graça do Espírito Santo - I1I I
7-8.
3. Necessidade dos Mandamentos - I II I 8.
4. Utilidade de se observar os Mandamentos - III I 9.
5. Espírito de suaobservância: a) glória de Deus; nossa própria felicidade
- I II 1 10.
III. Universalidade dos Mandamentos:
1. Sua promulgação dos H ebreus - Ill I I I.
2. Finalidade dessa promulgação - I II I 12.
Corolário: Felicidade de quem observao Decálogo - 11 I 13.
3. Tempo e lugar da promulgação - I1I I 14.
Do Primeiro Mandamento
I. O proêmio do 1. 0 Mandamento exprime: 1. os direitos de Deus sobre nós; 2. sua bondade para conosco ; 3. nossaobrigação de morrer ao pecado - III 11 1 -2.
II. Divisão dos Mandamentosem duas Tábuas - Il1 11 3.
III. Conteúdo do 1. 0 Mandamento: 1. Preceitua a fé, a esperança e a caridade; 2. proíbe: a) a idolatria - I II 11 5.
Corolário: Razão por que o 1.0 Mandamento é o maior de todos - III 11 6. b)... os pecados contra a fé, a esperança e a caridade - Ill 11 7.
3. permite o culto dos Anj os e dos Santos - I II 11 8. a) razões para a veneração dos Anj os e Santosem geral - I II 11 8. b) culto dos Anj os, pela sua dignidade, pelo seu amor para conos co, pelos exemplos da Bíblia - III 11 9- 10. c) culto dos Santos: doutrina definida da Igreja, firmada pela Tradição Apos· tólica, por testemunhos bíblicos, por suas vantagens intrínsecas
- III II I I -12. d) obj eções contrao culto dos Santos - I II 11 13-14. e) culto das relíquias - III 11 15.
IV A proibição de se fazer imagens - III 11 1 6.
1. Sentido desta proibição - III 11 1 7.
2. Transgressões: a ) culto de ídolos ; b) materialização da Divindade - I II 11 18.
3. Razão dessa proibição - III 11 19.
4. Liceidade dosemblemas de Deus - I II 11 20-22.
5. Liceidade das imagens de Cristo e dos Santos - I II 11 23.
6. Fruto do culto às imagens - I II 11 24.
V Motivação deste Preceito:
1. Motivos aplicáveis a todos os Mandamentos - I II 11 25.
2. Motivos paraos cristãos fervorosos - III 11 26.
3. Motivos paraos cristãos carnais - I II 11 26.
4. Motivos para todos os cristãos: a) o primeiro acicate ; b) o segundo acicate - III
11 27-29; c) o sentido das ameaças divinas; d) a culpa dos antepassados - III 11
30-32; e) o amor como motivo daobservância - III 11 33-34.
Do Segundo Mandamento
I. Importância deste Mandamento: 1. pela conexão com o 1. 0 Mandamento ; 2. pela frequência de sua transgressão - I II I II 1 -2. li. Claúsula preceptiva - I II I II 3.
1. Sentido do "Nome de Deus" - III III 4.
2. Modos de louvar o Nome de Deus: a) confessá-lo publicamente ; b) estudar a palavra de Deus ; c) celebrar os louvores de Deus ; d) pedir a proteção de Deus ; e) invocar a Deus por testemunha - I II I II 5-6.
3. Explicação do juramento, maisem particular - I II I II 6. a) O rigem do juramento - III I II 7. b) Noção do juramento - III III 8-9. c) Espécies de juramento - III I II 1 0. d) Condições parao juramento: verdade, critério, justiça - I III I I - 1 4. e) Santidade do juramento - I II I II 15. f) Razões intrínsecas do juramento - I II I II 16. g) Finalidade do juramento - III III 17.
Corolário: Cristo e o juramento - III I II 18. h) O abuso de jurar - III III 19.
III. Cláusula proibitiva:
1. Perjúrio: a) perjúrio assertório; b) perjúrio promissória - III III 20-23.
2. Juramento iníquo ou injusto: a) prometer algum pecado; b) jurar não querer os conselhos evangélicos - III III 24.
3. Juramento leviano: a) sem provas ; b) por falsos deuses - I II I II 25-26.
4. Profanação das coisas santas: a) Sagrada Escritura; b) desprezo daoração
- ill ill 27-28;
5. Blasfêmia e maldição - ill ill 29.
IY. As sanções de Deus indicam: 1. a gravidade desses pecados ; 2. a propensão dos homens paraos cometerem; 3. o nexo entre estes pecados e muitas desgraças
- ill ill 30.
Do Terceiro Mandamento
I. Importãncia deste Mandamento: 1. pelo seu nexo com os precedentes ; 2. pelo teor de suas palavras ; 3. pela sua influência nos outros Mandamentos ; 4. pela neces sidade da cooperação dos poderes públicos par a sua estritaobservãncia - m IV 1 -3. li. Nexo com os outros Mandamentos - I II IV 3.
1. Pontos de diferença: a) seu caráter cerimonial e temporário; b) ab-rogação do dia de sábado - III IV 4-5.
2. Ponto comum com os outros: seu caráter moral e permanente - I II IV 6.
3. Instituição do "Dia do Senhor" - I II IV 7.
III. Explicação da 1. a Cláusula:
1. O " Lembra-te" indica: a) aobrigação de santificar esse dia; b) a maneira de santificar também a semana; c) o perigo de esquecermos o preceito - I II I II 8.
2. O termo "sábado" significa: a) cessação de trabalho; b) o sétimo dia; c) asema na toda - III IV 9.
3. O verbo "santificar" significa: a) não só omissão de obras servis ; b) mas tam bém a prática de obras de piedade e caridade - I II IV 1 0.
4. Recapitulação - I II I V I I.
IY. Explicação da 2. a Cláusula - III IV 1 2.
1. Necessidade de determinar o dia - ill IV 1 3.
2. O sétimo dia é um memorial: a) de nossa dependência de Deus; b) da criação do
Universo; c) da libertação do Egito; d) dosábado espiritual e celestial - m IV 14.
3. Em que consiste o sábado espiritual - I II IV 1 5.
4. Em que consiste o sábado celestial - I II IV 1 6.
Corolário: Instituição de outros dias festivos entre os Judeus - I II IV 1 7.
5. Por que a Igreja: a) escolheu o domingo; b ) e instituiu outros dias santos?
- IV IV 18-19.
6. O preceito do trabalho, deduzido do 3.0 Mandamento - I II IV 20.
V. Explicação da 3. a Cláusula:
1. Observãncia negativa do Preceito: a) não fazer obras servis; b) não co meter pecados - III IV 2 1.
Corolário: trabalhos parao culto divino, e trabalhos necessários - I II IV 22-23. c) não fazer os animais trabalharem - I II IV 24.
2. Observãncia positiva deste Preceito: a) assistir à Missa; b) receber os Sacra mentos ; c) ouvir o sermão; d) rezar com mais fervor; e) instruir-se na Religião; f) p raticar as obras de misericórdia - I II IV 25.
Corolário: Necessidade, parao pároco, de estudar a fundo a matéria - m IV 26.
VI. Motivação deste Preceito: 1. É justo e razoável; 2. sublime e vantajoso; 3. fácil de cumprir; 4. munido de graves sanções - I II IV 27-28.
Do Quarto Mandamento
I. Importância dos Preceitos da Segunda Tábua - I II V 1.
1. O âmbito do 4. o Mandamento - III V 2.
2. sua integração das duas Tábuas - I II V 3.
3. sua relação com o 1.0 Mandamento: a) que o limita; b) que o engrandece
- III V 4-6.
11. Explicação verbal: 1. Que é "honrar"? - I II V 7.
2. Q u e se entende por "pais"? a) pais carnais; b ) superiores eclesiásticos ; c) supe riores civis; d) educadores e mestres; e) pessoas de idade - I II V 8.
III. Explicação real:
A Obrigações de filhos e súditos:
1. Caráter de nossa piedade filial - I II V 9.
2. Manifestações de nossa piedade filial: a) honrar os pais na sociedade; b) rezar por eles ; c) regular nossa vida pelo seu j uízo e vontade ; d) imitar seus bons exemplos e costumes; e) sustentar os pais, de acordo com a sua posição social; f) assisti-losem doença perigosa; g) promover os seus funerais, e sufragar-lhes a alma - III V 10-12.
3. Obrigações para com os Superioresem geral: a) para com os Superiores ecle s iásticos, quanto à manutenção e à obediência; b) para com os Superiores seculares - III V 13-15.
Corolário: AI; autoridades indignas - lll V 16.
IV Prêmios e sanções: 1. Longa vida; 2. vida venturosa - lll V 16-18.
Corolário: Morte precoce de bons filhos - I II V 1 9.
3. Castigos dos maus filhos - m V 2 0.
V. B. Obrigações dos pais e superiores:
1. Educar por princípios e costumes bem assentados - I II V 2 1.
2. Evitar, como erros: a) nímia aspereza; b) nímia indulgência; c) princípios erra dos de educação - I II V 22.
Do Quinto Mandamento
I. Importância deste Mandamento: Meio para a pacificação dos homens: a) inculca do depois do Dilúvio; b) aperfeiçoado por Cristo; c) dado em defesa do indivíduo
- III VI 1.
11. Cláusula proibitiva:
1. Não é proibido: a) matar animais ; b) executar criminosos; c) matar inimigosem guerra j usta; d) matar por ordem de Deus ; e) matar por acidente - I II VI 2-6.
Corolário: Quando há culpa no homicídio acidental - Ill VI 7. f) matar em defesa próp ria - Ill VI 8.
2. É proibido matar: a) quanto ao autor da morte ; b) quanto à vitima; c) quanto ao modo - Ill VI 9- I I.
3. É proibido irar-se contrao próximo: a) sem razão; b) por motivos carnais
- III VI 12.
4. Remédios contra esses pecados: a) uma palavra de Cristo; b) reconhecer a atrocidade do homicídio ; c) como crime de lesa- humanidade - lll VI 13-15.
III. Cláusula preceptiva: O Mandamento ordena
1. uma caridade universal, com todos os seus atributos - I II VI 16.
a) paciência; b) benignidade e beneficência; c) amor aos inimigos; d) perdão das injúrias - III VI 1 7-19.
2. Motivação dessa caridade: a) o sofrimento vem de Deus; b) os homens são meros instrumentos de Deus ; c) o perdão das ofensas traz vantagens, alcançao perdão de nossos próprios pecados, dá-nos nobreza e perfeição; d) tremen dos castigos para quem não perdoa; e) o ódio engendraoutros pecados
- III VI 20-24.
IV Remédios contra esses pecados: 1. O exemplo de Nosso Senhor; 2. a recordação dos Novíssimos - III VI 25.
Do Sexto Mandamento
I. Importância do Mandamento: 1. Uma defesa do Matrimônio; 2. maneira de expor a matéria; 3. sua divisão e seleção na catequese - Ill VI1 1 -2.
11. Cláusula proibitiva:
1. O adultério; 2. todas as espécies de luxúria - III VII 3-4.
Corolário: O adultério, como injustiça - III VII 5.
3. Toda luxúria íntima do coração - III VII 5.
4. S anções do Concílio de Trento - ill VII 5.
III. Cláusula preceptiva: !. Guarda da pureza e continência, obrigatória em todos os estados - III VI 6.
2. Meios internos de castidade: a) horror à torpeza desse pecado; b) horror ao meretrício; c) horror ao adultério; d) castigos da impureza; e) efeitos da impu reza - III VII 7-9.
3. Meios externos de castidade: a) fuga dos perigos, isto é, daociosidade, intem perança, olhares indiscretos, requinte da moda, conversas torpes, cantigas e bailes, livros e imagens obscenas; b) uso freqüente da Confissão e da Eucaris tia; c) mortificação, isto é, j ejum, vigílias, romarias - III VII 10-13.
Do Sétimo Mandamento
I. Importância do Preceito: 1. para a coletividade; 2. parao indivíduo - III VIII 1.
11. Parte proibitiva - m VIII 2.
1. Furto e roubo: a) Noções; b) gêneros comuns de furto e roubo; c) a intenção de furtar - III VIII 3-6.
2. G ravidade desse pecado: a) pela lei natural; b) pela Lei Divina - III VIII 7.
3. O dever de restituição - III VIII 8.
4. Espécies de furto: a) comprar ou reter obj etos roubados ou achados; b) enga nar em compras e vendas; c) vender artigos falsificados ou avariados ; d) não trabalhar pelo que foi ajustado; e) lesar os patrões; f) simular indigência; g) não cumprir as obrigações do cargo - III VIII 9.
5. Espécies de roubo (Questão preliminar - O perigo das riquezas): a) não pagar o salário devido; b) não pagar os impostos, os dízimos; c) fazer agiotagens; d) deixar se peitar, ao dar sentença; e) fazer especulações de crédito e passar calote; f) executar sem dó devedores insolventes ; g) atravessar cereais - m VIII 10-14.
III. Parte p receptiva:
1. O dever de restituição obriga: a) quem manda furtar; b) quem acons elha; c) quem consente; d) quem participa; e) quem não impede; f) quem não denun cia; g) quem apadrinha; h) quem aprova e louvaos furtos - III VIII 14- 1 5.
2. O papel social da propriedade: Obrigação da beneficência. a) Necessidade da esmola; b) bênçãos ; c) modalidades: dar emprestado, tra balhar pelos pobres, viver frugalmente - III Vlll 16-19.
Iv. Motivação do Preceito: 1. s anções ; 2. recompensas; 3. refutação de escusas: a) escusas dos nobres decaídos; b) escusas dos ricos arruinados; c) escusas dos que roubam só de ricos ; d) escusas dos que roubam por hábito; e) escusas dos ocasio nários; f) escusas dos que roubam por represália; g) escusas dos endividados - III
Vlll 20-25.
Do Oitavo Mandamento
I. Importância do Mandamento: 1. Pecado muito generalizado; 2. pecado que pro duz males sem conta I II IX 1.
-
II. Parte proibitiva - III IX 2.
1. Falso testemunho em j uízo: a) contraoutrem; b) contra si mesmo; c) a favor de outrem; d) em prej uízo de outrem - I II IX 3-6.
2. Qualquer espécie de mentira - I II IX 7. a) calúnia; b) detração; c) propagação de heresias ; d) dar ouvido a murmura ções ; e) fazer enredos ; f) lisonj ear; g) usar de aleivosia; h) enganar mori bundos ; i) escrever libelos difamatórios ; j) empregar mentiras j ocosas e oficiosas ; k) fingir e dissimular - III IX 8-13.
III. Parte preceptiva:
1. Deveres dos juízes; 2. deveres dos acusados; 3. deveres das testemunhas; 4. deve res de outras partesem juízo; 5. deveres dos cristãosem geral - III IX 14-18.
Iv. Motivação do Preceito:
1. Pecado particularmente odiado por Deus ; 2. pecado que exclui da eterna bem aventurança; 3. pecado de funestas e incalculáveis cons eqüências ; 4. pecado por assim dizer incurável - I II IX 1 9-20.
5. refutação das escusas: a) mentir por vantagem; b) mentir por revide; c) mentir por fragilidade; d) mentir por imitação; e) mentir por hábito; f) mentir por medo da verdade; g) mentir por brincadeira; h) mentir por oportunismo
- III IX 2 1 -23.
Do Nono e Décimo Mandamentos
I. Importância e utilidade de ambos os Mandamentos:
1. Nexo com os Preceitos anterioresem geral, e entre eles mesmos - I II X 1 -2.
2. Sua necessidade: a) esclarecem o 6.0 e o 9.0 Mandamentos ; b) completam-nos
- III X 3.
3. Utilidade: a) apaziguamento da alma; b) pureza interior - I II X 4-5. li. Parte proibitiva:
1. Nem todos os apetites são vedados: a) Noção e origem da concupiscência; b) bons efeitos da concupiscência - I II X 6-7.
Corolário: A concupiscênciasegundo São Paulo - I II X 8. c) Valor moral da concupiscência em si - I II X 9.
2. Proíbe-se a má concupiscência: a) desejar coisas pecaminosas; b) coisas alheias
- III X 10-l l.
3. Requisitos para haver pecado - I II X 1 2.
4. Recapitulação - III X 1 3.
I I I.
5. Explicação analítica: a) casa; b) nem boi nem jumento; c) nem servo; d) do teu próximo - III X 13-17.
Corolário: O desej o de adquirir legalmente - III X 18. e) mulher do próximo: querer casar com a mulher de outrem, com a noiva de outrem, com pessoa consagrada a Deus - III X 19.
Corolário: Quando não há pecado - III X 20.
III. Parte preceptiva:
1. Aplicação dos remédios: a) desapego ; b) amor à vontade de Deus ; c) mortifica ção dos sentidos; d) consideração dos danos da má concupiscência - m X 2 1 -22.
2. Necessidade de advertir certos homens viciados - III X 23.
Jv. Doutrina da Oração
A necessidade daoração
I. Importância da doutrina sobre aoração - IV I 1.
11. Necessidade daoração: 1. Como dever rigoroso; 2. Como meio de conseguir o que se precisa; 3. Como meio de se conseguir graças extraordinárias - IV I 2-3.
III. Frutos daoração: 1. Glorificação de Deus - IV li 1.
2. Bom despacho de nossos pedidos: a) chave do céu; b) fonte de alegria; c) pronta consecução dos pedidos - IV li 2-3.
Corolário: Por que Deus não atende na maneira que esperamos? - IV li 4. d) disposição paraoração eficiente - IV li 5.
3. Aumento das virtudes: a) da fé; b) da confiança; c) caridade; d) fervor; e) humildade; f) coragem - IV ll 6-9.
4. Purificação da consciência - lV II 10.
5. Apaziguamento da cólera divina - IV ll I I.
Espécies e graus daoração
I. As várias espécies de oração, segundo São Paulo - IV Ill 1.
11. A petição e a ação de graças - IV III 2-3.
III. G raus de oração - IV III 3. a) oração efusiva; b) oração contrita; c) oração de quem procura a verdade; d) oração dos impenitentes - IV m 4-7.
Objeto daoração
Norma geral para todas as petições: 1. Pedir o que é lícito. 2. Pedir as coisas temporais, condicionalmente, com desapego; c) pedir a glória de Deus incondicionalmente
- IV IV 1 -5.
Por quem devemos orar
I. Pedir por todos sem exceção - IV V 1.
1. Pelos pastores espirituais ; 2. Pelos governantes ; 3. Pelos bons e piedosos ; 4.
Pelos inimigos ; 5. Pelos que estão separados da Igreja; 6. Pelas almas do purga tório; 7. Pelos impenitentes - IV V 2-5.
Corolário: As maldições contraos ímpios - IV V 6.
11. Agradecer por todos os benefícios - IV V 7.
Corolário: A Ave-Maria, como petição e ação de graças - IV V 8.
A quem devemos orar
I. Rezar a Deus - IV VI 1.
11. Rezar aos Santos - IV VI 2.
III. Diferença entre aoração a Deus e aoração aos Santos - IV VI 3-4.
IY. Como recitar o Pai-Nosso em honra de um Santo? - IV VI 4.
Da preparação para rezar
I. Necessidade de preparação - IV VII 1.
11. Disposições subjetivas: 1. Humildade; 2. Arrependimento ; 3. Livrar-se de certos pecados: a) homicídio; b) ira e discórdia; c) rancor; d) dureza com os pobres; e) soberba; f) desprezo da palavra divina; 4. Sentimentos de fé e esperança; 5. Moti· vos para confiança: a) bondade de Deus para conosco; b) Cristo Nosso Medianei ro; c) o Espírito Santo promotor de nossaoração; 6. Viver s egundo a vontade de
Deus - IV VII 1 -6.
Da maneira de rezar
Atributos daoração:
1. "Em espírito e verdade": a) primazia daoração mental; b) utilidade daoração vocal; c) maneira de se fazer bem aoração vocal - IV VIII 1 -4.
Corolário: A oração "a portas fechadas" - IV VIII 5.
2. Com perseverança; 3. Em nome de Jesus ; 4. Com fervor e gratidão; 5. Com j ejuns e esmolas - IV VIII 6-9.
Preâmbulo da Oração Dominical
I. A invocação de Deus como nosso Pai desperta a alegria de rezar - IV IX 1.
11. Deus se revela como Pai de todos os homens:
1. Na Criação;
2. No governo do mundo - IV IX 2-3.
3. Na Sua Providência: a) pelo ministério do Anj os ; b) exemplos desse ministério; c) pelas riquezas de Sua divina bondade - IV IX 3-7.
Corolário: Deus não se esquece dos homens - IV IX 7-8.
4. naobra da Redenção: a) pela filiação divina; b) pelo Espírito Santo e Sua graça
- IV IX 9- 1 0.
III. Nosso comportamento como filhos de Deus: 1. Na ventura e na desgraça; 2....
suportando o sofrimento ; 3.... não como sinal de condenação de Deus; 4.... mas como provas de Seu amor paternal para conosco - IV IX I I - 1 2.
IY. Todos os cristãos são irmãos entre si, irmãos de Cristo, e seus co-herdeiros - IV IX 1 3-14.
Corolário: O fruto especial da correção fraterna - IV IX 1 5.
V Os laços de fraternidade persistem, apesar das várias dignidades e atribuições, porque temos: 1. O mesmo Pai; 2. O mesmo Redentor; 3. A mesma herança
- IV IX 1 5- 1 6.
Corolário: Necessidade de se pregar maisem particular s obre este assunto
- IV IX 1 6.
VI. O espírito do Pai· Nosso é fundamental para a vida e aoração cristã - IV IX 1 7.
VII. Não obstante a Suaonipresença, dizemos que Deus mora no céu: 1. Para termos uma imagem de Seu poder; 2.... e de Sua majestade; 3. Para nos lembrarmos de nossa Pátria sobrenatural - IV IX 18-19. li!.
Primeira Petição
I. Conteúdo das três primeiras Petições:
1. S endo Deus o Sumo Bem, vêm em primeiro lugar as Petições relativas à Sua glorificação, por sinal que à Sua glorificação externa - IV X I -2. a) E l a deve ser, n a terra, igual à do céu; b ) p rincipalmente quanto à glorifica ção de Seu Nome - IV X 3.
2. Finalidade dessa glorificação do N orne Divino - IV X 4.
II. Conteúdo da 1. a Petição maisem particular:
1. Que todos os homens conheçam a Deus e recebam o Batismo - IV X 4-5.
2. que os cristãos pecadores sejam regenerados pela Penitência - IV X 6.
3. que todos os homens reconheçam os benefícios divinos - IV X 7.
4. que todos os homens acatem a verdadeira Igreja de Cristo - IV X 8.
5. que o Nome de Deus não seja blasfemado, por causa dos cristãos - IV X 9.
6. que o bom exemplo dos cristãos levem os homens a glorificarem a Deus - IV X 9.
Segunda Petição
I. Âmbito desta Petição:
1. ponto de partida e remate de toda a pregação evangélica - IV XI I.
2. "Procurai primeiro o Reino de Deus... "; 3. Abrange tudo o que se requer para a vida espiritual e corporal - IV XI 2.
II. Maneira de realizá-la: 1. Procurar o Reino de Deus - IV X 3.
2. Nutrir o desej o do céu: a) considerando a miséria humana, pior do que a condição dos irracionais; b) investigando as causas dessa miséria, e procuran do os remédios - IV XI 4-6.
III. Conteúdo da Petição:
1. Significações de " Reino de Deus ": a) soberania e providência de Deus ; b) proteção das almas justas ; c) Reino que não é deste mundo; d) Reino da graça e santidade; e) Reino da glória celestial - IV XI 7-IO.
Corolário: Nexo entre Reino da graça e Reino da glória - IV XI I I.
2. Nesta Petição, pedimos: a) pela propagação da fé e da Igreja; b) pela conversão dos pecadores no grêmio da Igreja; c) pela preservação e pers everança dos bons na Igreja - IV XI I2-I4.
IV Motivos parase fazer devotamente esta Petição:
1. O imenso valor do Reino de Deus - IV XI I 5- I 6.
2. Nossa indignidade e necessidade - IV XI I 7.
3. Nossaobrigação: a ) de n o s esforçarmos; b ) de confiarmos na graça de Deus; c) de pedirmos a plena vitória do Reino de Deus - IV XI I8-I9.
Terceira Petição
I. Importância da Petição - IV XII I.
1. Triste estado do homem decaído: a) propensão da vontade parao mal; b) turvação da inteligência; c) sua incapacidade de conseguir o Reino de Deus - IV XII 2-7.
2. Necess idade de pedir o auxílio de Deus: a) para vencer o pecado; b) para perseverar no bem - IV XII 8-9.
Corolário: Efeitos da má concupiscência nos bons e justos - IV XII IO.
II. Conteúdo da Petição: A vontade significativa de Deus - IV XII I l.
Pedimos: 1. a força de cumprir todos os Mandamentos de Deus - IV XII I 2.
Corolário: A grandeza dos que obedecem a Deus - IV XII 1 3.
2. horror à s obras da carne - IV XII 14.
Corolário: As resistências da natureza decaída - IV XII 1 5.
3. a graça de não nos iludirmos com as aparências do bem - IV XII 16.
4. a consecução de coisas boas e agradáveis - IV XII 17.
5. a perseverança em fazer a vontade de Deus - IV XII 18.
6. a difusão da vontade divina pelo orbe da terra - IV XII 18.
7. a graça de cumprir a vontade de Deus com perfeição: a) por amor e reverên cia; b) não tanto pela recompensa; c) como o fazem os Anj os e Santos no céu
- IV XII 19-2 1.
Corolário: A ação de graças nesta Petição - IV XI I 22.
III. Maneira de meditar esta Petição:
1. Nossa miséria nos faça humildes ; 2. A glória doservíço de Deus nos faça zelo sos ; 3. a Providência de Deus nos faça perseverar confiantesem nosso estado e vocação - IV XII 23-24.
Quarta Petição
I. Nexo desta Petição com as anteriores: a) Seqüência dos pedidos; b) razão de ser desta Petição - IV XIII 1 -2.
II. Disposições de quem a reza: 1. Sobrepor a vontade de Deus a todas as coisas; b) ter reta intenção - IV XIII 3.
III. Necessidade desta Petição:
1. Exigências materiais, antes do primeiro pecado; 2.... e depois da queda de
Adão - IV XIII 4-5.
3. necessidade de nosso esforço; 4. mas só Deus pode valer - IV XIII 6-7.
N. Conteúdo da Petição:
A Materialmente, "pão" significa:
1. Tudo o que s e requer para a manutenção da vida - IV XIII 8.
Corolário: É lícito pedir coisas temporais - IV XIII 9. a) comida, roupa, casa, etc. ; b) mas só o necessário - IV XIII 10.
2. O termo " nosso" a) concita à temperança; b) proíbe o desperdício; c) manda adquirir legitimamente - IV XIII I I -12.
3. A cláusula " de cada dia": a) sugere frugalidade; b) condena a avareza e a ganância; c) lembrao dever daoração diária - IV XIII 1 3.
4. O imperativo " nos dai" exorta: a ) todos à submissão a Deus ; b ) os ricos a pedirem a proteção divina - IV XIII 1 4- 1 5.
Corolário: Por que pedimos no plural? - IV XIII 16. c) aobrigação de repartir com os pobres a nossa parte - IV XIII 16.
5. O advérbio "hoje" lembra-nos a contingência humana - IV XIII 1 7.
B. Espiritualmente, "pão" significa tudo o que se requer para a vida sobrenatural:
1. a palavra de Deus; 2. Cristo Nosso Senhor;
3. A Eucaristia em particular: a) nosso pão; b) de cada dia - IV XIII 20-23.
V Exortação final: 1. Entregar a Deus o bom êxito de nosso trabalho e nossaoração
- IV XIII 22.
2. Os ricos devem acudir os pobres - IV XIII 23.
I I I.
Quinta Petição
I. Importância desta Petição: 1. como fruto da Paixão de Cristo; 2. como meio para a vida eterna; 3. como início de uma nova espécie de oração - IV XIV I -3.
11. Disposições para fazer esta Petição:
1. Reconhecer os próprios pecados, segundo o que ensina a Bíblia - IV XIV 4-5;
2. Arrepender-se deles: a) por causa de sua hediondez ; b) por causa da majesta de divina; c) por causa do cativeiro do demônio; d) por causa dos castigos
- IV XIV 6-8.
Corolário: Doutrina da Bíblia sobre o arrependimento - I II XIV 9.
3. Confiar na misericórdia divina: a) Deus está pronto a perdoar; b) Deus quer ser rogado - IV XIV I II-I I.
III. Explicação verbal e real:
1. Sentido de "dívidas": a) como "obrigação"; b) como transgressão; c) como objeto de perdão divino - IV XIV I2- I4.
2. Sentido de " nossas dívidas" - IV XIV I5.
3. Obrigação de pedir também pelos outros - IV XIV I 6.
4. O perdoar ao próximo, condição de nosso próprio perdão: a) preceito ppositivo de Cristo; b) lei da natureza - IV XIV I7-I8.
5. Motivos para perdoar - IV XIV I9.
Corolário: Perdão e rancor - IV XIV 20.
6. Virtude conciliatória na própria Petição - IV XIV 2 I.
N. Sugestões práticas:
1. Comparecer diante de Deus como necessitado; 2. evitar as ocasiões de pecado;
3. imitar o exemplo dos arrependidos, que ocorrem na Bíblia; 4. receber amiú de os Sacramentos ; 5. ser esmoler; 6. esquecer as injúrias e rogar pelos inimi gos - IV XIV 22-23.
Sexta Petição
I. Motivo desta Petição: 1. Sanha do demônio contraos bons ; 2. ordem formal de
Cristo - IV XV I.
11. Sua importância se deduz: 1. da fragilidade humana; 2. dos perigosem que vivemos: a) por parte de nossa má concupiscência; b) por parte dos demônios, poderososem seu ódio, firmesem sua arrogância, tremendos pelo seu número - IV XV 3-6.
Corolário: Por que os maus não são tentados? - IV XV 7. c) Limites da tentação - IV XV 8.
III. Explicação verbal e real:
1. Sentido de "tentar": a) Deus não tenta para apurar uma verdade; b) mas para provar uma virtude; c) principalmente pelo sofrimento - IV XV 9; d) o demônio tenta parao mal, pela rebelião da má concupiscência, por meio de homens perdidos - IV XV I O.
2. Sentido de "cair em tentação": a ) Deus não quer jamais o pecado; b ) mas permite tentações e quedas ; c) não impede o abuso de Seu benefícios
- IV XV I I -12.
3. Idiotismos da Sagrada Escritura - IV XV I3.
4. Vantagens das tentações - IV XV I4.
5. Sentido exato desta Petição - IV XV I5.
rv: Sugestões práticas: 1. Desconfiar das próprias forças ; 2. entregar-se à bondade divina; 3. fitar os olhosem Cristo, como vencedor do demônio; 4. pensar nos triun fos dos Santos ; 5. usar os meios mais conducentes ; 6. pedir forças a Deus; 7. almejar o prêmio da vitória - III XV 1 6-20.
Sétima Petição
I. Importância desta Petição - IV XVI I.
11. Sua necessidade - IV XVI 2.
III Maneira de fazê-la: 1. Pedir livramento dos males; 2. mas subordinado à glória de
Deus; 3. não confiando apenasem recursos humanos - IV XVI 3-4.
Corolário: A função da medicina - IV XVI 5. rv: Conteúdo desta Petição:
1. É um pedido condicional: a) quanto aos males interiores e exteriores ; b) quan to a coisas que são bens apreciáveis - IV XVI 6-7.
2. Maneira de Deus atender: a) afasta males iminentes ; b) consola nos sofrimen tos ; c) acode milagrosamente - IV XVI 8.
3. O demônio é o "mal": a) autor do pecado; b) instrumento de castigo; c) seu ódio aos homens ; d) instigador parao mal - IV XVI 9-10.
V Sugestões práticas: 1. É preciso sofrer: a) com resignação; b) com alegria;
2. Exemplos dos Santos - IV XVI I I - 1 2.
O final do Pai-Nosso
I. Importância desta conclusão: 1. Sinete do Pai-Nosso; 2. penhor das graças pedidas
- IV XVII I.
11. O processo misterioso daoração:
1. Deus torna-se mais acessível; 2. faz sentir os efeitos de Sua bondade; 3. afervora-nos no Seu serviço; 4. faz-nos reconhecer nossa miséria; 5. desperta em nós o sentimento de ação de graças - IV XVII 2.
6. Exemplos de Davi - IV XVI I 3.
III. Significações do "amém": 1. Seu valor nos lábios de Cristo ; 2. é uma resposta de
Deus à nossaoração; 3. exprime a esperança de quem reza - IV XVII 4-5. rv: Traduções do "amém" - IV XVII 6.
V Efeitos de sua recitação - IV XVII 6.